Setores

Setores Orgânicos de Instrumentos Eclesiais (SOIE)

 SETORES ORGÂNICOS DE INSTRUMENTOS ECLESIAIS ( SOIE )

Os Setores Orgânicos de Instrumentos Eclesiais (SOIE) apresentados em anexo, são frutos da reunião ampliada do Conselho Diocesano de Pastoral (CDP) da Diocese de Assis realizada no dia 03 de agosto e também da reunião da Coordenação Diocesana de Pastoral (CODIPA) realizada no dia seguinte 04 de agosto, ambas aconteceram no Centro Diocesano de Pastoral de Assis (CEDIPAS) de 2011.

As 13 (treze) Comissões foram reformuladas em 8 (oito) Setores de Instrumentos Eclesiais.  Os setores constituem em verdadeiros fóruns de instrumentos eclesiais, núcleos de reflexão e ação, lugar de análise de conteúdo e metodologia de nossos trabalhos, lugar de avaliação e planejamento a partir do ver, julgar e agir. Através das estruturas em atividade poderemos gradativamente caminhar ao encontro de uma pastoral orgânica. O objetivo é motivar a atividade pastoral da Diocese que já acontece, e que poderemos melhorá-la, através dos encontros com os setores a atividade poderá acontecer de forma mais dinâmica e participativa. A esperança é que assim sucedendo, poderemos articular de forma orgânica a desejada pastoral de conjunto.

 Setores Orgânicos de Instrumentos Eclesiais (SOIE)

SETORES ORGÂNICOS DE INSTRUMENTOS ECLESIAIS (SOIE)

 

1.SETOR DAS PASTORAIS, ORGANISMOS E OBRAS SOCIAIS

Assessor: Pe. Jose Martins Cardoso

1.1 Pastoral Carcerária Pe. Orlando de Almeida Alves

1.2 Pastoral da Criança         Pe. Airton / Pe. Clóvis /Aparecida Bernardino

1.3 Pastoral da Comunicação (PASCOM)    José Alécio

1.4 Fundação São Francisco/  Rádio / Museu  Dom Argemiro

1.5 Pastoral da Saúde       Pe. Orlando de Almeida Alves

1.6 Pastoral da Sobriedade       Maria Rita e Francisco

1.7 Pastoral da Pessoa Idosa    Isaura Kill

1.8  Entidades Assistenciais (Casa da Menina, Casa das crianças, Creches, Kölping, Santa Casa, Asilos)

1.9 Pastoral da Terra      

1.10 Pastoral do Ecumenismo e Diálogo Inter-Religioso       Maria Eunice Lopes Ribeiro

1.11 Fundo Diocesano de Solidariedade (FDS)       Dom Argemiro/Pe. Airton

1.12 Campanha da Fraternidade           Pe. Airton Costa

1.13 Pastoral da Segurança publica      David Nogueira

 1.14 Pastoral da Educação - Seminarista Jonathas Zakir

 

2. SETOR DA FAMÍLIA E VIDA

Assessor: Pe. Maurílio Alves Rodrigues

2.1 Pastoral Familiar       Pe. Maurílio Alves Rodrigues - Nilton e Meire

2.2 Encontro de Casais com Cristo (ECC)      Pe. Orlando - Dilson e Giseli (Assis)

2.3 Famílias em Situações Especiais - Junto com a Pastoral Familiar

2.4 Equipes de Nossa Senhora      Pe. Eduardo/ Ricardo Bermejo e Solange

2.5 Comunidade N.Sra. da Esperança - Pe. Maurilio

2.6 Acampamentos para Casais Paroquiais

2.7 Comissão Diocesana em Defesa da Vida     - Pe. Maurílio

2.8 Pastoral da Escuta - V. Glória

 

3.SETOR DA JUVENTUDE

Assessor: Pe.. Anderson Santana Cunha

3.1 Pastoral da Juventude - Referencial PJ :    Fabio

 3.2 Juventude dos Movimentos Eclesiais e comunidades de vida

3.3 Juventude dos grupos com identidade própria (Grupos Paroquiais)

 

 

4. SETOR VOCACIONAL E VIDA CONSAGRADA

Assessor: Pe. Eduardo Andrade de Moraes

4.1 Pastoral Vocacional / Serviço de Animação Vocacional   Pe. Eduardo,

4.2 Ordens Terceiras seculares e Institutos Seculares       Maria Aparecida - Vila Glória

4.3 Núcleo da Conferência dos Religiosos do Brasil (CRB) / (Ordens Religiosas, Congregações Religiosas) Pe. Josafa,SAC

4.4 Pastoral Presbiteral        Pe. Jose David Espessotti

 

 

5.SETOR DA LITURGIA E DAS COMUNIDADES ECLESIAIS

Assessor: Pe. José Joaquim Damásio Neto

5.1 CEB´s e pequenas comunidades (Pequenos núcleos, Grupos de Quarteirão, Setores paroquiais)     Pe. Antônio Júlio Borecki

5.2 Liturgia     Pe. Neto

5.3 Pastoral da Esperança

5.4 Pastoral dos Coroinhas -

 

 

6.SETOR DOS MOVIMENTOS, ASSOCIAÇÕES DE FIÉIS, NOVAS COMUNIDADES E IRMANDADES

Assessor:

6.1 Renovação Carismática Católica (RCC)    Frei Juan Gonzalez/  Fernando Modotti

6.2 Caminho Neo-Catecumenal     Sidney

6.3 Focolares     Fátima/D. Nilza   

6.4 Schöenstatt      Elizabete Nunes de Abreu

6.5 Fé e Luz       Maria Helena Gimenez e Amábile

6.6 Pietà       José Roberto Begosso – (18) 33495338

6.7 Aliança Restauração    Kellen

6.8 Frutos de Pentecostes - Adilson Perciliano

6.9 Legião de Maria     Milton Fonseca de Oliveira

6.10 Sociedade São Vicente Paulo (Vicentinos )     - Carlos Roberto Gomes

6.11 Apostolado da Oração    

6.12 Conselho Nacional do Laicato do Brasil (CNLB)

6.13 Irmandade do Santíssimo

6.14 Terço dos Homens     Pe. Oldeir/ Djalma Tusco

 

 

7. SETOR MISSIONÁRIO

Assessor: Pe. Marcelo Martins Barreto - 14 3457 1104

7.1 Conselho Missionário Diocesano (COMIDI)     Adilson Perciliano e Salete de Sales/Salete

7.2 Ministério da Visitação

7.3 Infância e Adolescência Missionária

7.4 Juventude Missionária

7.5 Missões: Ad Gentes  (Oeiras-PI e Tefé-AM)

 

 

8. SETOR DE FORMAÇÃO CRISTÃ

Assessor: Pe. Eduardo Andrade de Moraes

8.1 FAJOPA - EAD       Pe. Maurilio Alves Rodrigues

8.2 Núcleo para formação de ministérios- Pe. Thiago Antônio de Souza

8.3 Catequese de Iniciação à Vida Cristã - Pe. Eduardo Andrade de Moraes

  8.3.1 Batismo

  8.3.2 Eucaristia

  8.3.3 Crisma

8.4 Catequese Permanente Pe. Eduardo

  8.4.1 Escola de Evangelização Santo André     Pe. Eduardo/ Adriano Romagnoli

  8.4.2 Oficina de Oração e Vida       

  8.4.3 Acampamentos querigmáticos

 

 

Os Setores Orgânicos de Instrumentos Eclesiais (SOIE) apresentados em anexo, são frutos da reunião ampliada do Conselho Diocesano de Pastoral (CDP) da Diocese de Assis realizada no dia 03 de agosto e também da reunião da Coordenação Diocesana de Pastoral (CODIPA) realizada no dia seguinte 04 de agosto, ambas aconteceram no Centro Diocesano de Pastoral de Assis (CEDIPAS) de 2011. As 13 (treze) Comissões foram reformuladas em 8 (oito) Setores de Instrumentos Eclesiais.  Os setores constituem em verdadeiros fóruns de instrumentos eclesiais, núcleos de reflexão e ação, lugar de análise de conteúdo e metodologia de nossos trabalhos, lugar de avaliação e planejamento a partir do ver, julgar e agir. Através das estruturas em atividade poderemos gradativamente caminhar ao encontro de uma pastoral orgânica. O objetivo é motivar a atividade pastoral da Diocese que já acontece, e que poderemos melhorá-la, através dos encontros com os setores a atividade poderá acontecer de forma mais dinâmica e participativa. A esperança é que assim sucedendo, poderemos articular de forma orgânica a desejada pastoral de conjunto.

 

 FUNDO DE SOLIDARIEDADE

I – O QUE É O FUNDO DE SOLIDARIEDADE

A partir de 1999, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB decidiu juntar a Campanha da Fraternidade com a Campanha Permanente de Solidariedade e realizar a Coleta da Solidariedade, sempre no Domingo de Ramos. Foi criado o Fundo Nacional de Solidariedade - FNS, constituído por recursos arrecadados em todas as dioceses do Brasil e doações de colaboradores e instituições internacionais. Este Fundo é mantido por 40% da Coleta da Solidariedade. Os outros 60% dos recursos ficam na Diocese.

II – CONSTITUIÇÃO DO FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE-  FDS

O FDS será constituído pelos 60% dos recursos arrecadados na Coleta da Solidariedade, por doações voluntárias eventuais, por recursos que poderão ser conseguidos através de projetos especiais (nacional ou internacional) ou ainda pela devolução no todo ou em parte dos recursos repassados. Dos 100% do valor arrecadado na Coleta da Solidariedade, dividimos:

40% - FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE

60% - FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE. Destes: 10% - manutenção do FDS, 10% - FRS - Fundo Regional de Solidariedade -Sul 1 e 80% - FDS para partilha entre os projetos diocesanos.

III – DESTINAÇÃO DOS RECURSOS

Os recursos serão destinandos mediante apresentação dos projetos, com roteiro próprio  (ver modelo em anexo), avaliados tecnicamente e aprovados pelo Conselho do FDS. Serão utilizados 10% da entrada dos recursos do FDS para cobrir gastos com o funcionamento do próprio Fundo. Como regra, os projetos aprovados poderão receber no máximo oito (oito) salários mínimos vigentes no País, excessões, merecem uma avaliação melhor aprofundada pelo Conselho.

IV – CONSELHO DO FDS

O Conselho do FDS será formado por cinco pessoas, assim representado e aprovado pelo Bispo Diocesano:

01. Bispo Diocesano ou seu delegado.

02. Um Representante do Clero .

03.Um Representante do Colegiado Diocesano de Pastoral.

04. Um (a) Leigo (a) representante da Coordenação Diocesana da Campanha da Fraternidade.

05. Um Membro da Pastoral Social Diocesana.

O Bispo Diocesano será membro permanente; os demais Conselhereiros deverão ser renovados em 50% do seu efetivo a cada dois (02) anos. O mandato pessoal de cada membro será de quatro (04) anos.

V – O CONSELHO TERÁ AS SEGUINTES FUNÇÕES

01. Administrar o FDS.

02. Incentivar, divulgar e ajudar a organizar a Coleta da Solidariedade e a Campanha da Fraternidade.

03. Reunir-se ordinariamente 2 vezes ao ano, sendo uma reunião no primeiro semestre e outra no segundo, estabelecendo calendário para socializar as informações e avaliar projetos. O Conselho poderá reunir-se extraordinariamente, quantas vezes forem necessárias, mediante convocação do Bispo Diocesano.

04. Aprovar os projetos, no todo ou em parte, ou ainda, devolvê-los para os grupos com as devidas Considerações.

05.  Divulgar o trabalho desenvolvido nos meios de comunicação e no seminário de lançamento da Campanha da Fraternidade. A cada ano, divulgar informações do FDS.

06. Acompanhar a aplicação dos recursos nos projetos, vias pastorais sociais e/ou paróquias.

07. Estabelecer uma rede de contato entre as comunidades, paróquias, regiões pastorais, pastorais diocesanas, movimentos eclesiais e sociais e o Conselho (FDS) para reforço, mobilização e monitoramento do trabalho.

VI – CRITÉRIOS PARA APROVAÇÃO DOS PROJETOS

01. Que o projeto seja apresentado de acordo com o Roteiro Básico para Apresentação de Projetos.

02. Que os projetos apresentem alguma iniciativa concreta em termos de compromisso com a obra de evangelização da Igreja Católica.

03. Que envolvam no mínimo três famílias, com uma organização coletiva ou em mutirão.

04. Que tenham contrapartida do grupo envolvido (recursos financeiros, mão-de-obra, materiais disponíveis no grupo, etc).

05. Que tenham uma devolução solidária: projetos de geração de renda, um valor em dinheiro que retorna ao Fundo; de educação solidária, algum gesto concreto de solidariedade dentro da comunidade; de saúde alternativa, a reprodução ou multiplicação para outras pessoas ou grupos.

06. Compromisso, mediante instrumento de contrato firmado entre as partes, com a prestação de contas: relatório descritivo, financeiro e fotos para a divulgação.

07. Caso a entidade não faça a prestação de contas, o Conselho do FDS deverá solicitar ao responsável pelo Projeto a devolução do auxílio concedido.

08. Que tenha o parecer do padre responsável pela paróquia ou por alguma pastoral diocesana, movimento eclesial ou associação eclesial.

09. Cada paróquia, pastoral diocesana, movimento eclesial, associação eclesial poderá apresentar apenas um projeto anual.

10. Que o projeto seja prioritariamente ligado ao tema da CF do ano vigente.

VII – ORIENTAÇÕES PARA A APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

01. Título do Projeto

02. Identificação: papel timbrado da entidade, carimbo do CNPJ da entidade, endereço, pessoas responsáveis ou de referência para o projeto, número de famílias e de pessoas beneficiadas.

03. Pastoral, Movimento ou Paróquia responsável (acompanha parecer do responsável).

04. Histórico do grupo ou entidade: quando surgiu, qual sua proposta, onde se encontra, o que já fez.

05. Objetivo do projeto: o que vão fazer, o que querem alcançar com este trabalho, onde vão colocar, vender ou repassar os frutos do projeto.

06. Organização: como vão se organizar, como vão fazer, quem faz o quê, quanto tempo levam para executar o projeto.

07. O que o grupo ou entidade precisa e qual o valor: listar o gasto e o valor  de cada item.

08. Contrapartida do grupo ou entidade: qual é a participação financeira ou material do grupo ou entidade para executar o projeto.

09. Como se fará a continuidade do projeto. Como se sustentará.

10. Proposta dedevolução solidária (porcentagem e forma), se houver.

11. Assinatura das pessoas responsáveis.

12. Local e data.

13. Seguir orientaçõesdo modelo expedido pelo FDS.

VIII – TIPOS DE PROJETOS

01. Educação para a solidariedade.

02. Geração de renda, buscando a formação de uma Economia Popular Solidária.

03. Saúde alternativa, preventiva e comunitária.

04. Cidadania e dignidade humana.

05. Apoio à população em situação de risco.

IX - ENDEREÇO PARA ENCAMINHAMENTO DE PROJETOS:

FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE

Rua Dom José Lázaro Neves, 414 Vila Adileta

Fone(18) 3322 2614

CEP 19814-391 – ASSIS/SP

X – CONTA DO FDS

 O FDS será administrado através de uma conta bancária própria:

Mitra Diocesana de Assis FDS

Banco: Caixa Econômica Federal

Agência: 0284 Assis/SP

Conta: nº 034.00000573-8

CNPJ da Mitra 44.375.186/0001-39

Protocolo: 579

Página: 110

Livro: 03

Revisto e aprovado em Assembléia do Clero, no dia 02 de dezembro de 2010. deferido pelo Bispo Diocesano no mesmo dia.

Os Setores Orgânicos de Instrumentos Eclesiais (SOIE) apresentados em anexo, são frutos da reunião ampliada do Conselho Diocesano de Pastoral (CDP) da Diocese de Assis realizada no dia 03 de agosto e também da reunião da Coordenação Diocesana de Pastoral (CODIPA) realizada no dia seguinte 04 de agosto, ambas aconteceram no Centro Diocesano de Pastoral de Assis (CEDIPAS) de 2011. As 13 (treze) Comissões foram reformuladas em 8 (oito) Setores de Instrumentos Eclesiais.  Os setores constituem em verdadeiros fóruns de instrumentos eclesiais, núcleos de reflexão e ação, lugar de análise de conteúdo e metodologia de nossos trabalhos, lugar de avaliação e planejamento a partir do ver, julgar e agir. Através das estruturas em atividade poderemos gradativamente caminhar ao encontro de uma pastoral orgânica. O objetivo é motivar a atividade pastoral da Diocese que já acontece, e que poderemos melhorá-la,através dos encontros com os setores a atividade poderá acontecer de forma mais dinâmica e participativa. A esperança é que assim sucedendo, poderemos articular de forma orgânica a desejada pastoral de conjunto.

FUNDO DE SOLIDARIEDADE 


I – O QUE É O FUNDO DE SOLIDARIEDADE
A partir de 1999, a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil - CNBB decidiu juntar a Campanha da Fraternidade com a Campanha Permanente de Solidariedade e realizar a Coleta da Solidariedade, sempre no Domingo de Ramos. Foi criado o Fundo Nacional de Solidariedade - FNS, constituído por recursos arrecadados em todas as dioceses do Brasil e doações de colaboradores e instituições internacionais. Este Fundo é mantido por 40% da Coleta da Solidariedade. Os outros 60% dos recursos ficam na Diocese.

II – CONSTITUIÇÃO DO FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE-  FDS

O FDS será constituído pelos 60% dos recursos arrecadados na Coleta da Solidariedade, por doações voluntárias eventuais, por recursos que poderão ser conseguidos através de projetos especiais (nacional ou internacional) ou ainda pela devolução no todo ou em parte dos recursos repassados. Dos 100% do valor arrecadado na Coleta da Solidariedade, dividimos:
40% - FUNDO NACIONAL DE SOLIDARIEDADE
60% - FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE. Destes: 10% - manutenção do FDS, 10% - FRS - Fundo Regional de Solidariedade -Sul 1 e 80% - FDS para partilha entre os projetos diocesanos.
 
 
III – DESTINAÇÃO DOS RECURSOS
Os recursos serão destinandos mediante apresentação dos projetos, com roteiro próprio  (ver modelo em anexo), avaliados tecnicamente e aprovados pelo Conselho do FDS. Serão utilizados 10% da entrada dos recursos do FDS para cobrir gastos com o funcionamento do próprio Fundo. Como regra, os projetos aprovados poderão receber no máximo oito (oito) salários mínimos vigentes no País, excessões, merecem uma avaliação melhor aprofundada pelo Conselho.

IV – CONSELHO DO FDS
O Conselho do FDS será formado por cinco pessoas, assim representado e aprovado pelo Bispo Diocesano:
01. Bispo Diocesano ou seu delegado.
02. Um Representante do Clero . 
03.Um Representante do Colegiado Diocesano de Pastoral.
04. Um (a) Leigo (a) representante da Coordenação Diocesana da Campanha da Fraternidade.
05. Um Membro da Pastoral Social Diocesana.
O Bispo Diocesano será membro permanente; os demais Conselhereiros deverão ser renovados em 50% do seu efetivo a cada dois (02) anos. O mandato pessoal de cada membro será de quatro (04) anos.

V – O CONSELHO TERÁ AS SEGUINTES FUNÇÕES

01. Administrar o FDS.
02. Incentivar, divulgar e ajudar a organizar a Coleta da Solidariedade e a Campanha da Fraternidade.
03. Reunir-se ordinariamente 2 vezes ao ano, sendo uma reunião no primeiro semestre e outra no segundo, estabelecendo calendário para socializar as informações e avaliar projetos. O Conselho poderá reunir-se extraordinariamente, quantas vezes forem necessárias, mediante convocação do Bispo Diocesano.
04. Aprovar os projetos, no todo ou em parte, ou ainda, devolvê-los para os grupos com as devidas Considerações.
05.  Divulgar o trabalho desenvolvido nos meios de comunicação e no seminário de lançamento da Campanha da Fraternidade. A cada ano, divulgar informações do FDS.
06. Acompanhar a aplicação dos recursos nos projetos, vias pastorais sociais e/ou paróquias.
07. Estabelecer uma rede de contato entre as comunidades, paróquias, regiões pastorais, pastorais diocesanas, movimentos eclesiais e sociais e o Conselho (FDS) para reforço, mobilização e monitoramento do trabalho.

VI – CRITÉRIOS PARA APROVAÇÃO DOS PROJETOS
01. Que o projeto seja apresentado de acordo com o Roteiro Básico para Apresentação de Projetos. 
02. Que os projetos apresentem alguma iniciativa concreta em termos de compromisso com a obra de evangelização da Igreja Católica.
03. Que envolvam no mínimo três famílias, com uma organização coletiva ou em mutirão.
04. Que tenham contrapartida do grupo envolvido (recursos financeiros, mão-de-obra, materiais disponíveis no grupo, etc).
05. Que tenham uma devolução solidária: projetos de geração de renda, um valor em dinheiro que retorna ao Fundo; de educação solidária, algum gesto concreto de solidariedade dentro da comunidade; de saúde alternativa, a reprodução ou multiplicação para outras pessoas ou grupos.
06. Compromisso, mediante instrumento de contrato firmado entre as partes, com a prestação de contas: relatório descritivo, financeiro e fotos para a divulgação.
07. Caso a entidade não faça a prestação de contas, o Conselho do FDS deverá solicitar ao responsável pelo Projeto a devolução do auxílio concedido.
08. Que tenha o parecer do padre responsável pela paróquia ou por alguma pastoral diocesana, movimento eclesial ou associação eclesial.
09. Cada paróquia, pastoral diocesana, movimento eclesial, associação eclesial poderá apresentar apenas um projeto anual.
10. Que o projeto seja prioritariamente ligado ao tema da CF do ano vigente.


VII – ORIENTAÇÕES PARA A APRESENTAÇÃO DE PROJETOS

01. Título do Projeto
02. Identificação: papel timbrado da entidade, carimbo do CNPJ da entidade, endereço, pessoas responsáveis ou de referência para o projeto, número de famílias e de pessoas beneficiadas.
03. Pastoral, Movimento ou Paróquia responsável (acompanha parecer do responsável).
04. Histórico do grupo ou entidade: quando surgiu, qual sua proposta, onde se encontra, o que já fez.
05. Objetivo do projeto: o que vão fazer, o que querem alcançar com este trabalho, onde vão colocar, vender ou repassar os frutos do projeto.
06. Organização: como vão se organizar, como vão fazer, quem faz o quê, quanto tempo levam para executar o projeto.
07. O que o grupo ou entidade precisa e qual o valor: listar o gasto e o valor  de cada item. 
08. Contrapartida do grupo ou entidade: qual é a participação financeira ou material do grupo ou entidade para executar o projeto.
09. Como se fará a continuidade do projeto. Como se sustentará.
10. Proposta dedevolução solidária (porcentagem e forma), se houver.
11. Assinatura das pessoas responsáveis.
12. Local e data.
13. Seguir orientaçõesdo modelo expedido pelo FDS.

VIII – TIPOS DE PROJETOS

01. Educação para a solidariedade.
02. Geração de renda, buscando a formação de uma Economia Popular Solidária.
03. Saúde alternativa, preventiva e comunitária.
04. Cidadania e dignidade humana.
05. Apoio à população em situação de risco.

IX - ENDEREÇO PARA ENCAMINHAMENTO DE PROJETOS:

FUNDO DIOCESANO DE SOLIDARIEDADE
Rua Dom José Lázaro Neves, 414 Vila Adileta
Fone(18) 3322 2614
CEP 19814-391 – ASSIS/SP

X – CONTA DO FDS

 O FDS será administrado através de uma conta bancária própria:
Mitra Diocesana de Assis FDS
Banco: Caixa Econômica Federal
Agência: 0284 Assis/SP
Conta: nº 034.00000573-8
CNPJ da Mitra 44.375.186/0001-39


Protocolo: 579
Página: 110
Livro: 03
Revisto e aprovado em Assembléia do Clero, no dia 02 de dezembro de 2010. deferido pelo Bispo Diocesano no mesmo dia.

Os Setores Orgânicos de Instrumentos Eclesiais (SOIE) apresentados em anexo, são frutos da reunião ampliada do Conselho Diocesano de Pastoral (CDP) da Diocese de Assis realizada no dia 03 de agosto e também da reunião da Coordenação Diocesana de Pastoral (CODIPA) realizada no dia seguinte 04 de agosto, amb