Diocese de Assis

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  CNBB e OAB apresentam Manifesto em defesa da Democracia   A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) lançaram hoje, 25, o Manifesto em Defesa da Democracia. A cerimônia aconteceu na sede da CNBB, em Brasília, com a presença dos presidentes das respectivas entidades - o arcebispo de Aparecida (SP), cardeal Raymundo Damasceno Assis, e o advogado Marcus Vinicius Furtado Coêlho. Participaram do lançamento autoridades civis e políticas, sacerdotes, religiosos e representantes de entidades e organismos. O Manifesto é uma iniciativa da Rede de instituições que compõem a Coalizão pela Reforma Política Democrática e Eleições Limpas, para a mobilização em torno do Projeto de Lei de Iniciativa Popular e da defesa do Projeto de Lei (PL) 6316/2013, em tramitação na Câmara dos Deputados. A leitura do Manifesto foi realizada pelo presidente da CNBB, cardeal Raymundo Damasceno Assis.  “Ao lançar este manifesto, fazemos votos de que o Congresso Nacional, enquanto representante da vontade do povo brasileiro, possa levar a bom termo a esperada reforma política, para o bem do nosso país”, disse dom Damasceno. Confira a íntegra do texto:   MANIFESTO EM DEFESA DA DEMOCRACIA Considerando as graves dificuldades político-sociais que afligem atualmente o País, a Presidência da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB –  e a Ordem dos Advogados do Brasil – OAB – se veem no dever de vir a público expressar –  a exemplo do que já fizeram em ocasiões semelhantes anteriores – a convicção de que acima das divergências políticas, naturais numa República, estão a ordem constitucional e a normalidade democrática. Aos três Poderes da República cabe relacionarem-se entre si, de maneira independente, porém harmônica e cooperativa, não se admitindo que dissensões menores ou interesses  particulares – de indivíduos ou de grupos - possam comprometer o exercício das atribuições constitucionais que a cada um deles compete exercer. Submetidos que são tais Poderes ao primordial princípio democrático pelo qual “todo poder emana do povo e em seu favor deve ser exercido”, cumpre-nos lembrar que as decisões deles emanadas somente se legitimam se estiverem adequadas a esse princípio maior. A inquestionável crise por que passam, no Brasil, as instituições da Democracia Representativa, especialmente o processo eleitoral, decorrente este de persistentes vícios e distorções, tem produzido efeitos gravemente danosos ao próprio sistema representativo, à legitimidade dos pleitos e à credibilidade dos mandatários eleitos para exercer a soberania popular. Urge, portanto, para restaurar o prestígio de tais instituições, que se proceda, entre outras inadiáveis mudanças, à proibição de financiamento empresarial nos certames eleitorais, causa  dos principais e reincidentes escândalos que têm abalado a Nação, afastando-se, assim, a censurável influência do poder econômico do resultado das eleições, o que constitui uma prática inconstitucional, conforme os votos já proferidos pela maioria dos Excelentíssimos Senhores Ministros integrantes do Supremo Tribunal Federal, no julgamento da Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 4650),  ora em andamento naquela egrégia Corte. Em vista do exposto, as entidades abaixo firmadas entendem inadiável a aprovação nas Casas do Congresso Nacional de uma Reforma Política Democrática que estabeleça normas e procedimentos capazes de assegurar, de forma efetiva e sem influências indevidas, a liberdade das decisões do eleitor. Com este Manifesto, a CNBB e a OAB, unidas a inumeráveis organizações e movimentos sociais integrantes da sociedade civil, conclamam o povo brasileiro a acompanhar ativamente a tramitação, no Congresso Nacional, das proposições que tratam da Reforma Política e a manter-se vigilante e atento aos acontecimentos políticos atuais para que não ocorra nenhum retrocesso em nossa Democracia, tão arduamente conquistada. Para tanto, é necessário que todos os cidadãos colaborem no esforço comum de enfrentar os desafios, que só pode obter resultados válidos se forem respeitados os cânones constitucionais, sem que a Nação corra o risco de interromper a normalidade da vida democrática. Por fim, reivindicam as entidades subscritoras que, cada vez mais, seja admitida e estimulada a participação popular nas decisões que dizem respeito à construção do futuro da Pátria, obra comum que não pode dispensar a cooperação de cada cidadão, de cada organização, dando-se, assim, plena eficácia ao conteúdo do artigo 14 da Constituição da República.    Marcus Vinicius Furtado Coêlho - Presidente Nacional da OAB       Dom Raymundo Damasceno Assis - Presidente da CNBB
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16 a 20 DE FEVEREIRO DE 2015   Fontes: Agências Brasil, Senado, Câmara, planalto.gov, STF , STJ, TSE e outras EXECUTIVO 1. (20.02.15) - Governo discutirá mudanças em benefícios trabalhistas com base aliada O ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República, Pepe Vargas, vai conversar, na próxima semana, com parlamentares que apoiam o governo sobre as medidas propostas pelo Executivo para alterar o acesso a benefícios trabalhistas e previdenciários. As medidas provisórias (MPs) 664 e 665, que modificam regras da concessão dos seguros-desemprego e defeso, da pensão por morte, do auxílio-doença e do abono salarial, enfrentam críticas dos partidos de oposição, de centrais sindicais e da própria base governista no Congresso Nacional. Ao lado de outros ministros, Vargas se reunirá com líderes da base política no Senado e na Câmara dos Deputados, com o objetivo de traçar estratégias para a apreciação das matérias. Na terça-feira (24), ele receberá, em café da manhã, líderes dos partidos de apoio ao governo no Senado, e almoçará com os líderes partidários na Câmara. Na quarta-feira (25) de manhã, o ministro se reunirá, com senadores que compõem o bloco de apoio (PT, PCdoB e PDT)(Agência Brasil). SENADO 2. (18.02.15) - PEC permite revogação de mandatos políticos A revogação de mandatos políticos no Brasil pode ser introduzida na Constituição Federal. A hipótese consta da proposta de emenda à Constituição (PEC 8/2015) de iniciativa do senador Reguffe (PDT-DF), encaminhada à Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ). A medida seria delegada à Justiça Eleitoral e alcançaria tanto os mandatos de cargos majoritários (presidente e vice-presidente da República, governador e vice-governador, prefeito e vice-prefeito, senador) quanto os proporcionais (deputado estadual, federal e distrital, vereador). Sua aplicação ocorreria durante o exercício do mandato. Ainda de acordo com a PEC 8/2015, qualquer eleitor teria legitimidade para ajuizar ação de revogabilidade de mandato político. Bastaria fundamentar o pedido no descumprimento de propostas e compromissos assumidos pelo eleito durante a campanha — desde que devidamente registrados junto à Justiça Eleitoral (Agência Senado). 3. (19.02.15) - Chega ao Senado projeto que define marco legal da biodiversidade Após ser aprovado na Câmara dos Deputados na última semana, o projeto de lei da biodiversidade já chegou ao Senado e aguarda leitura em Plenário para ser encaminhado às comissões. A proposta (PL 7.735/2014) simplifica as regras para pesquisa e exploração do patrimônio genético de plantas e animais nativos e para o uso dos conhecimentos indígenas ou tradicionais. O objetivo é desafogar o Conselho de Gestão do Patrimônio Genético, órgão vinculado ao Ministério do Meio Ambiente que concentra os pedidos para que pesquisadores façam estudos com material genético nacional. A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) destacou a importância da atualização da lei de acesso à biodiversidade e afirmou que o Senado terá todo cuidado em fazer uma legislação que preserve os direitos relativos à riqueza natural, que, ressaltou a senadora, não é apenas daquele que desenvolve a pesquisa, mas das comunidades tradicionais(Agência Senado).. 4. (19.02.15) - Senado discute reforma política na terça-feira O presidente do Senado, Renan Calheiros, convocou sessão temática para a próxima terça-feira (24), às 10h, para discutir a reforma política. A iniciativa integra agenda de trabalho para as próximas semanas apresentada no início de fevereiro. Renan já adiantou que serão realizadas outras sessões temáticas neste semestre, para debater assuntos como segurança pública e as crises hídrica e elétrica. Além do debate sobre reforma política nesta terça, Renan anunciou que propostas que mudam as regras eleitorais começarão a ser votadas em março. São pelo menos dez proposições que estão prontas para entrar na ordem do dia. PEC 40/2011: Permite coligações partidárias somente em eleições majoritárias (presidente, governador, senador e prefeito), vedando-as para disputas de deputados federais e estaduais e vereadores. Ver mais (Agência Senado). 5. (20.02.15) - Projeto disciplina fusão e incorporação de partidos políticos O Tribunal Superior Eleitoral registra a existência de 32 partidos políticos. Os dois últimos foram criados em 2013 — Partido Republicano da Ordem Social (PROS) e o Solidariedade (SD). Alguns partidos são resultado de fusões entre duas ou mais legendas. É o caso do Partido da República (PR), que reuniu PL e Prona. Disciplinar esse processo de fusão é o objetivo de um projeto apresentado pelo senador Fernando Bezerra Coelho (PSB-PE). OPLS 22/2015 propõe mudança na Lei dos Partidos Políticos (Lei 9.096/1995) para que a fusão ou incorporação entre partidos só seja permitida após um período correspondente a três legislaturas ou 12 anos a contar da criação da legenda. Bezerra justifica que esse prazo é necessário para que as novas agremiações tenham a chance de colocar em prática os programas partidários. Além disso, de acordo com o senador, esse tempo evitaria a extinção precoce de partidos. O PLS 22/2015, apresentado em fevereiro, foi encaminhado para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) que decidirá sobre a matéria em caráter terminativo. Dessa forma, se for aprovado, poderá seguir para a Câmara dos Deputados, sem ter que passar pelo Plenário do Senado(Agência Senado). CÂMARA 6. (19.02.15) - Proposta cria Sistema Nacional de Participação Social A Câmara analisa o Projeto de Lei 8048/14, que retoma pontos do decreto da presidente Dilma Rousseff que instituiu a Política Nacional de Participação Social. O projeto, de autoria dos deputados do Psol Ivan Valente (SP), Jean Wyllys (RJ) e Chico Alencar (RJ), foi apresentado no fim do ano passado, um dia após o Plenário da Câmara dos Deputadosaprovar um projeto de decreto legislativo sustando a norma do Executivo. A proposta cria o Sistema Nacional de Participação Social, que vai organizar várias instâncias consultivas de participação da sociedade nas políticas públicas, como os conselhos de consulta popular. Esses conselhos, que são a parte mais visível do sistema, poderão participar do “processo decisório e na gestão de políticas públicas”, segundo o projeto. A proposta tramita em caráter conclusivo e será analisada pelas comissões de Trabalho, de Administração e Serviço Público; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Conheça a tramitação de projetos de lei. Íntegra da proposta: PL-8048/2014(Agência Câmara). 7. (19.02.15) - Debates da reforma política terão dois temas prioritários, diz relator O relator da comissão especial da reforma política, deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), disse que pretende dar atenção especial a dois temas que considera centrais na discussão: o sistema eleitoral e o financiamento das campanhas. Segundo o relator, esses dois temas vão dominar as audiências públicas na comissão especial, para que os deputados "amadureçam suas ideias e tomem uma decisão segura". A comissão especial se reúne na terça-feira (24) para definir o cronograma de trabalho e as primeiras audiências públicas. Além de cientistas políticos e representantes do Executivo e da Justiça Eleitoral, Marcelo Castro cita outros possíveis convidados para debater o sistema eleitoral e o financiamento das campanhas. Íntegra da proposta: PEC-344/2013; PEC-352/2013(Agência Câmara) 8. (20.02.15) - Projeto exige licença prévia ambiental para participar de licitações de hidrelétricas Tramita na Câmara dos Deputados o Projeto de Lei (PL) 8129/14, que obriga a obtenção de licença prévia ambiental para participar de licitações promovidas pelo governo federal para empreendimentos de geração hidrelétrica e de transmissão de energia elétrica. O autor do projeto, deputado Arnaldo Jardim (PPS-SP), também quer aumentar os prazos de implantação dos novos empreendimentos de geração de energia. O texto altera as leis 10.847 e 10.848, ambas de 15 de março de 2004, tornando obrigatória a apresentação de licença prévia ambiental e de declaração de disponibilidade hídrica, em licitações para empreendimentos de geração hidrelétrica. Para empreendimentos de transmissão de energia elétrica, caso a implantação seja objeto de licitação, se faz necessária apresentação somente da licença prévia ambiental. A proposta terá análise conclusiva das comissões de Minas e Energia; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. Íntegra da proposta: PL-8129/2014(Agência Câmara) 9. (20.02.15) - Deputado defende criação de comissão especial sobre reforma tributária O deputado Alfredo Kaefer (PSDB-PR), que presidiu no ano passado um grupo de trabalho na Câmara dos Deputados sobre reforma tributária, defende a criação de uma comissão especial para avançar na discussão do tema e apresentar uma proposta a ser votada pelos parlamentares. "Proponho uma análise muito mais ampla da reforma tributária, além das reformas trabalhista e previdenciária e do pacto federativo, porque são assuntos intrinsicamente ligados e amarrados em si", afirma. O grupo de trabalho foi extinto com o fim da legislatura passada, mas o debate a respeito da reforma tributária se arrasta há mais de duas décadas na Casa. Neste ano, a Câmara instalou uma comissão especial para analisar a reforma política, outro tema que tem causado polêmica há muitos anos(Agência Câmara). 10. (20.02.15) - PSDB proporá convocações e quebras de sigilo na CPI da Petrobras O líder do PSDB na Câmara, deputado Carlos Sampaio (SP), informou que irá propor aos demais líderes da oposição uma série de requerimentos de quebra de sigilos, convocações e compartilhamento de documentos a serem protocolados na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Petrobras, que será instalada na próxima quinta-feira (26). Também será proposta a criação de três sub-relatorias com o intuito de dar maior agilidade aos trabalhos da CPI: de Sistematização, com o objetivo de organizar todo o acervo probatório da comissão; Operacional, para conduzir a investigação propriamente dita; e Núcleo Político, para investigar a atuação de agentes políticos “na organização criminosa que se instalou na Petrobras”(Agência Câmara). STF-STJ-STE/TREs 11. (18.02.15) – Presidente Ricardo Lewandowski é recebido em audiência pelo Papa Francisco O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Ricardo Lewandowski, cumpriu uma série de compromissos entre ontem e hoje (18), programados em sua viagem oficial à Itália e ao Vaticano. O ministro foi recebido em audiência privada com o Papa Francisco, no Vaticano, na manhã desta quarta-feira, e ontem esteve no Conselho Nacional da Magistratura, equivalente italiano do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), onde foi discutido um protocolo de cooperação entre os dois órgãos. No Vaticano, o encontro com o Papa Francisco permitiu a troca de ideias a respeito de preocupações comuns à Igreja Católica e ao Poder Judiciário, como a proteção aos grupos sociais mais frágeis, o desenvolvimento social e a preservação do meio ambiente. Durante a audiência, agendada a convite do Vaticano, o Papa Francisco e o ministro Ricardo Lewandowski falaram sobre a importância do Poder Judiciário na promoção da paz social, na garantia dos direitos fundamentais e na promoção do desenvolvimento sustentável. Houve, ainda, a discussão da conjuntura política e econômica do Brasil e da região sul-americana, tendo em vista a necessidade se garantir a melhoria das condições de vida na América Latina, sobretudo para os grupos sociais mais frágeis. O Papa abordou a necessidade de se conciliar o desenvolvimento social com a proteção ao meio ambiente, enfatizando o papel que o Poder Judiciário tem a desempenhar em relação ao tema(Site STF). 12. (18.02.15) – Associação questiona lei que prevê aposentadoria compulsória de delegados aos 65 anos A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol/Brasil) propôs Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI 5241) no Supremo Tribunal Federal (STF) na qual questiona dispositivo da Lei Complementar 144/2014, que prevê a aposentadoria compulsória do servidor público policial aos 65 anos, com proventos proporcionais ao tempo de contribuição, qualquer que seja a natureza dos serviços prestados. Sob o ponto de vista formal, a associação alega que a lei foi de iniciativa do Poder Legislativo (Projeto de Lei do Senado 149/01), usurpando competência do presidente da República de legislar sobre a matéria, o que violaria o princípio da separação dos Poderes. Quanto à inconstitucionalidade material, a Adepol/Brasil sustenta que a nova redação dada ao artigo 40, parágrafo 1º, inciso II, da Constituição Federal pela Emenda Constitucional 20/98, que prevê aposentadoria compulsória aos 70 anos no serviço público, alcança os policiais, não sendo possível qualquer discriminação aos delegados de polícia e aos demais servidores policiais(Site STF). 13. (19.02.15) - Deferida progressão de regime para João Paulo Cunha O ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), deferiu nesta quarta-feira (18) a progressão de regime para João Paulo Cunha, condenado na Ação Penal (AP) 470 à pena de 6 anos e 4 meses de reclusão, em regime inicial semiaberto, pelos delitos de peculato e corrupção passiva. A defesa do ex-deputado anexou ao pedido documentos comprovando o recolhimento da quantia de R$ 536.440,55, correspondente ao valor mínimo fixado pelo acórdão da AP 470 para a reparação do dano causado pelo sentenciado em decorrência do delito de peculato. O ministro salientou que essa condição aplica-se exclusivamente para fins de progressão de regime. Em exame de pedidos anteriores do mesmo sentenciado, em dezembro de 2014, o ministro indeferiu o pleito, argumentando que, além da exigência de cumprimento de um sexto da pena, seria necessário comprovar a reparação do dano causado à administração pública em decorrência do crime de peculato, segundo prevê o Código Penal (artigo 33, parágrafo 4º). Na ocasião o ministro explicou que, conforme decidido pelo Plenário do STF, caso não fosse possível quitar a dívida de imediato, o deferimento de parcelamento da dívida por parte da Advocacia-Geral da União (AGU), desde que em iguais condições à de qualquer outro devedor do erário, equivaleria à devolução para efeitos de progressão de regime(Site STF). 14. (19.02.15) - Segunda Turma confirma expulsão de policial militar por ato libidinoso Acompanhando o voto do relator, ministro Humberto Martins, a Segunda Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) rejeitou recurso de policial militar que foi expulso da corporação por praticar ato libidinoso com uma menor. Ele queria que seu pedido de revisão da pena fosse apreciado pelo secretário de Segurança Pública ou pelo governador de São Paulo. De acordo com os autos, o policial – embriagado, de folga e vestindo trajes civis – foi preso em flagrante dentro de um bar por ter acariciado e assediado uma menina de 12 anos com nítida conotação sexual. O delito aconteceu em novembro de 2010(Site STJ). 15. (19.02.15) - Mantida decisão que negou revisão criminal a ex-policial condenado por crime contra menor A Sexta Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP) que, de ofício, alterou o resultado de julgamento de revisão criminal para indeferir a absolvição de um ex-policial condenado na década de 1950 por crime sexual contra criança, cometido dentro de um ônibus lotado. O recurso especial interposto pela viúva e pelos dois filhos do ex-policial, que mais de 50 anos depois do ocorrido ainda tentam reverter a condenação, foi rebatido pelo ministro Rogerio Schietti Cruz, que proferiu o voto condutor da decisão da Sexta Turma(Site STJ). SE/Sul - Q. 801 - Conj. “B” - CEP 70200-014 - Brasília-DF - Brasil - Fone: (61) 2103-8300/2103-874
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  Clique aqui para imprimir o texto   NA TRILHA DA ÉTICA DA PAZ No início do mês de janeiro de 2015 escrevi e publiquei um artigo sobre o tesouro da paz, comentando com brevidade os pontos da mensagem do Papa em virtude da passagem do Ano. O tema da paz merece no tempo atual uma especial atenção, já que 2015 a Igreja consagrou como o Ano da Paz. Começamos o ano de 2015 falando de paz. Mas nem bem o começamos, ainda em janeiro ficamos comovidos por trágicos fatos sucedidos no mundo: destaco a ação violenta promovida na França por integrantes   do estado islâmico;  a condenação sucedida de execução do brasileiro aprisionado na Indonésia Marco Archer acusado de tráfico de drogas. Há um outro brasileiro no corredor da morte, Rodrigo Gularte, cuja execução deve ser confirmada neste mês de fevereiro. Além dos dois, tantos já foram e serão executados pelo Estado carrasco; os tantos focos de violência ocorridos no mundo e no Brasil. Na pretensão de não se estender em exaustivos comentários sobre os assuntos acima elencados, detenho-me apenas no primeiro locado, quanto aos demais deixo para outras oportunidades, contudo, genericamente os menciono em nome da paz, pois simplesmente ignorá-los seria um gesto de indiferença social e incoerência com as exigências da vida cristã. Mesmo porque, como cristãos, temos um sério compromisso com a efetivação da paz. O discipulado e a missionariedade objetivam a paz. Mais do que nunca, neste ano propício, precisamos abraçar uma nova consciência ética. Refiro-me à ética da vida, ética do cuidado, da proteção e do amor. Em meio à violência presente na sociedade global contemporânea acompanhada pela permissividade descontrolada, constatamos uma enorme falta de respeito para com o direito à vida integral, não só referente à física, mas a vida em sua total circunstancialidade social. Respeito aos seus aspectos morais, religiosos, psicológicos e culturais, condição obrigatória para conseguiremos trilhar ao encontro da Civilização do Amor. Portanto, mais que nunca, para a salvação da humanidade, necessitamos abraçar o Ethos do respeito, do cuidado, da proteção e da solidariedade. A trilha da ética da paz almeja um novo humanismo. O atentado de integrantes do denominado “estado islâmico” aplicado sobre profissionais do jornal francês Charlie Hebdo é um crime hediondo, não se trata só de uma ação violenta a pessoas em um certo país, mas é um crime que atinge toda a humanidade. Tal procedimento não poderia e jamais poderá ficar impune. Tal tipo de ação em nome de uma religião, em nome de uma divindade, não resiste à crítica em nosso tempo histórico. O que maltrata o humano, maltrata o próprio Deus Criador. O ser humano é propriedade de Deus segundo a Fé no Deus amor, e assim, violar a propriedade de Deus clama justiça aos céus. Privar o próximo do direito à vida é transgredir os direitos de Deus, portanto pecado grave e mortal. Como todas as confissões religiosas, o islamismo tem as suas verdades. O Alcorão tem as suas verdades como livro da paz. Porém, o que acontece é que algumas seitas fundamentalistas assumem o islamismo da forma como bem entendem, ideologizando-o, instrumentalizando-o, e em nome do Deus ALÁ, em nome do profeta Maomé, em nome do Alcorão, promovem o terrorismo. Isso prejudica a vida de muitos muçulmanos de fé em ALÁ como Deus amor e acaba sucedendo a criação de preconceitos generalizando todos os que seguem o Alcorão como agentes do terror. Todas as confissões religiosas, cristãs e não cristãs, somente têm sentido se conceberem Deus, em todas as concepções que se tem Dele, com todos os nomes atribuidos a Ele, como um Deus Amor que valoriza profundamente a vida e a tem como sagrada. O procedimento violento dos terroristas em Paris é uma afronta à vida e a Fé da humanidade. Às organizações religiosas  portadoras de ódio e aos seus militantes radicais , registro o meu repúdio. Na trilha da ética da paz necessitamos do empenho de todas as confissões religiosas do mundo, pois temos mais motivos para nos unir que nos desunir em busca do denominador comum que é a riqueza da paz. Com as diferenças de cada doutrina confessional e ao mesmo tempo com respeito a elas, independente de as aceitarmos ou não, a ética mundial não prescinde de um ecumenismo e de um diálogo inter religioso prático. Na trilha da ética da paz totalmente inversa à “pax romana” (ideologia dos impérios despóticos, conquistadores: faz-se a guerra para conquistar a paz; faz-se a guerra para  conquistar liberdade; faz-se a guerra para conquistar democracia), considera-se os diversos valores dos diversos segmentos da sociedade global. Já não é mais só o ponto de vista que vale, mas, sobretudo, a vista do ponto. As verdades exaurem as delimitações da verdade de um único ponto de vista. Já não posso impor a minha verdade como absoluta e que, portanto todos devem aceitá-la e defendê-la por força da conversão e das armas. Nesse aspecto, quanto à precariedade ética do cuidado, do respeito, se encaixa a mediocridade profissional do veículo de comunicação francês titulado por Charlie Hebdo.  Na trilha da ética em busca da sociedade do amor tal meio de comunicação francês é nocivo. Numa sociedade democrática de direito é preciso zelo com os autênticos valores sociais, dentre os quais o religioso. Pessoalmente, confesso que fiquei chocado devido a falta de sensibilidade por parte de tal imprensa e isto não só enquanto agressão ao islamismo como também ao cristianismo. Em leituras do jornal A Folha de São Paulo publicado em 08 de janeiro de 2015, via On Line pelo UOL, deparei-me com duas charges desrespeitosas e agressivas à fé cristã: uma dessas charges satiriza, ridiculariza uma mulher dando a luz um menino todo irradiado, fazendo alusão a Nossa Senhora e ao Filho de Deus Jesus Cristo; uma outra charge, mostra uma cena erótica entre as três pessoas da Santíssima Trindade. Também tomei conhecimento que outros meios de comunicação têm divulgados as charges do referido jornal francês. O que responder diante disto? Eu não sou Charlie. A fé cristã não pode ser Charlie. Deus não é Charlie. A liberdade de imprensa, direito conquistado com não pouco sacrifício no processo democrático da civilização ocidental é lançada fora por tamanha banalidade assumida por tal meio de comunicação. É simplesmente revoltante. Tomo a liberdade de repudiar tal tipo de imprensa que em nome da liberdade de expressão extrapola os limites éticos angustiando não poucos crentes. A liberdade concebida como total possibilidade individualista é confundida com permissividade e libertinagem, dificultando as sociedades engrossarem a caminhada na trilha da ética da paz. Mesmo angustiados, nós cristãos não perdemos o ânimo e a alegria, continuamos perseverantes na Fé.  Mesmo feridos e em prantos, teimamos em prosseguir na trilha direcionada a uma nova ética mundial, não respondemos com violência, respondemos com a força das idéias, da misericórdia e do perdão como assim nosso Deus, uno e trino, nos ensina. Amados fiéis cristãos da Diocese de Assis, nunca se calem diante da violência, nunca deixem de anunciar o imenso Amor de Deus para conosco. Como o Deus da Revelação cristã, sejam militantes da ética da Paz. Senhor, fazei de nós um instrumento de vossa paz.   EM CRISTO JESUS, PAZ E ESPERANÇA!     DOM SIMÃO!    Artigo: Mês de Janeiro de 2015: "ANO DA PAZ"    
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