Diocese de Assis

Sábado, 12 20th

Last updateSex, 19 Dez 2014 6pm

No dia 17 de dezembro a Diocese de Ourinhos acolheu os bispos da Província Eclesiástica de Botucatu no Seminário diocesano São José, para um encontro de confraternização. O encontro iniciou-se na capela do seminário, com a oração. Em seguida Dom Salvador Paruzzo conduziu um momento de meditação. Logo depois, os bispos visitaram a Catedral do Senhor Bom Jesus. Depois foram homenageados com uma apresentação da Companhia de dança de Ourinhos no Teatro Municipal. A confraternização terminou com um almoço no Seminário São José e cada Bispo foi presenteado com uma cesta com produtos da terra de Ourinhos. Dom José Benedito Simão agradece Dom Salvador pela acolhida e pela agradável manhã de confraternização. CLIQUE AQUI PARA VISUALIZAR AS FOTOS Fonte: Pascom Marília
    "NA CASA DE MEU PAI HÁ MUITAS MORADAS" (Jo 14,2)   É com pesar que a Diocese de Assis cumpre seu dever de comunicar o FALECIMENTO da Sra. Rita de Cássia Souza, mãe do seminarista José Clóvis de Oliveira (Seminário Menor São José - Assis/SP).   Seu corpo será velado no Velório Municipal de Rancharia.   À Família enlutada, nossos sinceros sentimentos, pedindo a graça de Deus e a proteção de Maria sobre todos desta família.   Em Cristo Jesus, Ressuscitado.  Diocese de Assis
         Palavra oriunda do latim, significando “vinda”, Advento é o tempo litúrgico de preparação para o Natal, sendo, na expressão do Papa Francisco, “um novo caminho do Povo de Deus com Jesus Cristo, o nosso Pastor, que nos guia na história para o cumprimento do Reino de Deus e nos faz experimentar um sentimento profundo do sentido da história. Redescobrimos a beleza de estar todos em caminho: a Igreja, com a sua vocação e missão, e toda a humanidade, os povos, as culturas, todos em caminho pelos caminhos do tempo”. “Mas em caminho para onde? Há uma meta comum? E qual é esta meta?”, pergunta o Papa. “Este caminho não está nunca concluído. Como na vida de cada um de nós, há sempre necessidade de começar de novo, de levantar-se, de reencontrar o sentido da meta da própria existência, assim, para a grande família humana é necessário renovar sempre o horizonte comum rumo ao qual somos encaminhados. O horizonte da esperança! Este é o horizonte para fazer um bom caminho. O tempo do Advento, que começamos de novo, nos restitui o horizonte da esperança, uma esperança que não desilude porque é fundada na Palavra de Deus. Uma esperança que não desilude, simplesmente porque o Senhor não desilude nunca! Ele é fiel! Ele não desilude! Pensemos e sintamos esta beleza” (Angelus, 1/12/2013). Por isso, a Igreja nos convida à mudança de vida, ou seja, à conversão, a “despertarmos do sono” (Rm 13,11), a sairmos da mediocridade. Celebramos duas vindas de Jesus Cristo ao mundo. A primeira, com a sua encarnação, ocorrida historicamente há cerca de dois mil anos, celebraremos no Natal. A segunda, em que meditamos no tempo do Advento, é o retorno glorioso no fim dos tempos. Como disse o Papa Bento XVI, “esses dois momentos, que cronologicamente são distantes – e não se sabe o quanto -, tocam-se profundamente, porque com sua morte e ressurreição Jesus já realizou a transformação do homem e do cosmo que é a meta final da criação. Mas antes do final, é necessário que o Evangelho seja proclamado a todas as nações, disse Jesus no Evangelho de São Marcos (cf. Mc 13,10). A vinda do Senhor continua, o mundo deve ser penetrado pela sua presença. E esta vinda permanente do Senhor no anúncio do Evangelho requer continuamente nossa colaboração; e a Igreja, que é como a Noiva, a esposa prometida do Cordeiro de Deus crucificado e ressuscitado (cf. Ap 21,9), em comunhão com o Senhor colabora nesta vinda do Senhor,  na qual já inicia o seu retorno glorioso”(Angelus, 2/12/2012). Há ainda uma terceira vinda de Cristo, também celebrada no Natal. Acontece em nosso coração, pela sua graça. Essa será a grande alegria do Natal: “O encontro pessoal com o amor de Jesus que nos salva... A ALEGRIA DO EVANGELHO enche o coração e a vida inteira daqueles que se encontram com Jesus. Quantos se deixam salvar por Ele são libertados do pecado, da tristeza, do vazio interior, do isolamento. Com Jesus Cristo, renasce sem cessar a alegria” (Francisco, Evangelii Gaudium).   Dom Fernando Arêas Rifan Bispo da Administração Apostólica Pessoal São João Maria Vianney   http://domfernandorifan.blogspot.com.br/
        Queridos irmãos e irmãs,                      Da  Diocese de Assis-SP,                                       Povo amado do Senhor Deus,                                                                 Vivo e encarnado entre nós !       No ano novo litúrgico que se inicia com o Advento, somos impelidos a retomarmos a memória da fé dos primeiros seguidores de Cristo que remonta a vida da Igreja nascente no início do cristianismo: fé ardente na vinda de Jesus. O Deus Criador, na pessoa de Jesus, torna-se Redentor, que pela atração de seu amor nos chama a retomarmos o seu caminho. Para a Igreja hoje não poderia ser diferente. A Revelação sempre nos mostra o rosto de um Deus que é Pai, que é amigo e irmão e vem ao encontro de quem pratica a justiça com alegria.  Mesmo estando em outros contextos, a Igreja presente no mundo nos motiva a entrarmos num clima de festa voltado à Revelação do Deus vivo e verdadeiro que se encarna no seio da humanidade na condição da Pessoa do Filho, que por Vontade do Pai e pelo amor do Espírito Santo, santifica o nosso tempo e espaço, introduzindo na História elementos plenos de Graça e Salvação.  É O NATAL. Festa cristã em que o Espírito de Deus ilumina com o fogo do seu amor nossas mentes e corações voltados para a obra de evangelização conforme orienta o nosso 5º PLANO DE AÇÃO EVANGELIZADORA.   Neste natal, querido povo missionário de nossa Igreja Particular, encontremo-nos intensamente com o Bom Deus que vem nos visitar e nos alimentar no amor e na solidariedade. É um tempo oportuno que devemos aproveitá-lo para o cultivo de nossa espiritualidade cristã, que pela força do crescimento na fé nos remete ao compromisso com o próximo, sobretudo o mais pobre dentre os pobres – o excluído socialmente da face da terra.   Empenhemo-nos confiantes na assistência do Senhor da Messe.  FELIZ E SANTO NATAL E ABENÇOADO ANO NOVO DE 2015 PARA TODOS, homens e mulheres de boa vontade de nossa Diocese!       EM CRISTO JESUS, PAZ E ESPERANÇA !     Dom José Benedito Simão      
O presépio: evangelização pela simplicidade   Domingos Zamagna (*)              Nesta época do ano muitas famílias montam um presépio em suas residências, fazendo vibrar a fantasia das crianças. Museus e outras instituições abrem exposições de presépios, mantendo viva uma tradição cultural e religiosa do povo brasileiro.                A representação plástica que evoca a natividade de Jesus não vai além de uma rude manjedoura, quiçá uma tosca pousada de migrantes na beira da estrada, pouco importando o número de personagens envolvidos e se os fatos correspondem mais ou menos à realidade.          O presépio não é uma exibição cerebrina, não é um boletim de ocorrência, não é para convencer qualquer erudito, ou justo, ou puro: só convence a quem tiver o espírito da humildade, da hospitalidade, da sabedoria dos pequenos.          É um convite à imaginação cordial: não de um coração de pedra, mas um coração de carne, como ensinou Ezequiel (36,26); um coração contrito, como reza o Salmo (51,19).          Longe da estridência, usa a linguagem da simplicidade, da intimidade, da entrega, do acalento do amor. Será que me lembro da última vez que isso aconteceu comigo, de verdade?          É para ser contemplado segurando a mão de crianças, dos velhinhos, da mulher ou do homem amado, apoiando-se nos ombros dos amigos, em sintonia com a reverberação da vida.          Não é para ser visto às pressas, é para ser saboreado ao som do cântico do silêncio, sentindo a pulsação da prece. Terei vergonha se verter uma lágrima que limpe os olhos da minha fé?          Um dos nossos maiores poetas, Mário Quintana, exprimiu admiravelmente qual deve ser o caminho que ultrapassa a especulação, para além da própria ação, e que nos aproxima do agir de Deus, que é contemplar. Seus versos podem ser uma oração a ser recitada diante do presépio:     Sentir primeiro, pensar depois Perdoar primeiro, julgar depois Amar primeiro, educar depois Esquecer primeiro, aprender depois Libertar primeiro, ensinar depois Alimentar primeiro, cantar depois Possuir primeiro, contemplar depois Agir primeiro, justificar depois Navegar primeiro, aportar depois Viver primeiro, morrer depois.            Mais que tudo: deixemo-nos moldar pela mensagem que nos legaram o Rei do universo – a plenitude que se fez fragmento – e sua família, ainda reclusos numa choupana, às vésperas da fuga para o exílio, por causa da perseguição de um outro tipo de rei. Os pastores, gente excluída e considerada impura, foram os primeiros a ouvir dos anjos do céu o precônio de um novo mundo, que mais tarde o Carpinteiro de Nazaré externou como o mais transformador dos programas de vida, as Bem-aventuranças (Mt 5; Lc 6).     Quando um profundo silêncio envolvia o universo, e a noite estava no meio do seu curso, a vossa Palavra onipotente, Senhor, desceu do céu, do vosso trono real.”           (Da liturgia do Natal, cf Sb18,14-15)     Não temais! Eis que vos anuncio uma grande alegria, que será para todo o povo: Nasceu-vos hoje um Salvador, que é o Cristo-Senhor, na cidade de Davi.   (Lc 2,10-11)                              A devoção à infância de Jesus existe desde o berço da Igreja. O centro da devoção foi sempre o lugar do nascimento, Belém de Judá. Salvo em períodos de perseguição, peregrinos de todas as partes da cristandade afluíram a Belém e de lá levavam troféus que lhes evocassem o Menino Jesus, sua mãe Maria e seu pai José. Não bastando a veneração aos troféus, os cristãos começaram a construir capelas imitando a gruta de Belém. A basílica de Santa Maria Maior, em Roma, conserva uma singela construção do século V conhecida como Sancta Maria ad Presepe.          Numa magnífica simbologia, muito cedo se deu a aproximação entre o altar e a creche natalina. Com efeito, Belém significa, em hebraico, “casa do pão”; Jo 6,41.51 chama Jesus de “pão vivo”. Os Santos Padres não negligenciaram essa fonte de inspiração. S. Gregório de Nissa, por exemplo, compara os cristãos aos animais que, para se nutrir, dirigem-se à manjedoura. S. João Crisóstomo afirma que “este altar funciona como uma manjedoura”. Numerosos autores repetirão que na creche ou em Belém o pão vivo se oferece aos homens, como na Eucaristia sobre o altar. E os artistas, em suas Natividades frequentemente representam o Menino deitado sobre o altar.          O símbolo entre a Eucaristia e o berço certamente inspirou S. Francisco de Assis quando ele celebrou a festa do Natal em Greccio (Úmbria, Itália), em 1223. Daí certamente derivam as representações que até hoje conservamos nas confecções dos presépios. No meio de um bosque o Poverello encontrou uma escavação em forma de gruta, em que ele colocou uma manjedoura com o jumento, o boi e o feno. Ainda nenhuma imagem da Virgem, do Menino e de José. Os participantes da cerimônia completaram com sua criatividade a composição dramática da cena do nascimento do Salvador. Em cima da manjedoura celebrou-se a Missa e aos poucos o altar provisório foi substituído por um definitivo. Nenhum documento registra se essa solenização foi renovada por S. Francisco ou por seus filhos e filhas espirituais. A Legenda de Santa Clara narra que a santa, doente, impedida de participar dos ofícios litúrgicos natalinos, teria tido uma visão das representações. Não foram, contudo, os franciscanos, mas sim os jesuítas, que divulgaram essa versão de Francisco de Assis como o iniciador da devoção ao presépio.          Da península itálica essa devoção se estendeu para toda a Europa e durante toda a idade média teve forte aceitação na península ibérica, de onde nos veio a tradição portuguesa das singelas e artísticas lapinhas.          Na cidade de São Paulo, temos encantadoras reproduções de presépios, desde os expostos no Museu de Arte Sacra (como o imenso, variado e até divertido “presépio napolitano”), até a impressionante e cada vez maior coleção de presépios do mundo inteiro expostos nessa época do ano pelos frades franciscanos no Convento São Francisco, no centro da capital.          Nas palavras de Tomás de Celano, biógrafo de São Francisco, aquela celebração era realmente nova, “um novo mistério... uma nova alegria. O Menino Jesus estava esquecido nos corações de muitos... Francisco o ressuscitou”.    Feliz Natal de alegria e paz!     (*) Jornalista e professor de Filosofia em São Paulo.        
ASSEMBLÉIA DIOCESANA DE PASTORAL   Aconteceu no dia 29 de novembro, das 8h00 as 15h00, no CEDIPAS em Assis/SP, a Assembléia Diocesana de Pastoral. A assembléia formativa e ao mesmo tempo celebrativa foi preparada com muito carinho para acolher a todos os participantes com grande alegria. Contamos aproximadamente 150 pessoas entre presbíteros, religiosas, seminaristas, assessores e coordenadores de movimentos eclesiais, agentes de pastorais e leigos representando as diversas paróquias de nossa Diocese. Padre Mauro Antônio Pantoja Bentes, fez a oração inicial. Pe. Sérgio Henrique da Silva (coordenador diocesano de pastoral) e o Padre Carlos Augusto Martins Junior (Reitor do Seminário São José), fizeram a acolhida e a apresentação dos presentes. No período da manhã, Pe. Sérgio e o Padre Marcelo Martins Barreto (assessor do Setor Missionário da Diocese de Assis), fizeram o levantamento das realidades eclesiais. Logo após, as paróquias por regiões pastorais, foram anexando as filipetas (pedaço de papel), nos painéis, de acordo com as regiões pastorais. Dom José Benedito Simão fez uma explanação da realidade da Diocese. Após o Almoço, aconteceu a explanação como vivenciar Doc 100 , dimensão missionária (pistas de ação). Divididos por regiões pastorais, os grupos apontaram sugestões para os anos de 2015 à 2017, para uma maior vivencia do 5º Plano de Ação Evangelizadora – Plano Pastoral da Diocese de Assis. Padre Sérgio Henrique e Dom Simão, finalizaram a Assembleia Diocesana de Pastoral, apontando pistas concretas, de acordo com o Documento 100 da CNBB.   Acontecerá no dia 29 de NOVEMBRO de 2014, a Assembleia Diocesana de Pastoral. Para este encontro são CONVOCADOS o Clero, Religiosas, Seminaristas, 02 (dois) leigos por Paróquia e 02 (dois) representantes da coordenação diocesana de cada movimento eclesial (em nível diocesano). Os nomes deverão ser enviados ao CEDIPAS até a próxima quarta-feira(26/11).  Sua presença é de grande importância para o bom êxito da assembleia e o desenvolvimento dos trabalhos em suas respectivas paróquias e movimentos. Portanto, não falte!  DIA: 29 DE NOVEMBRO, Sábado, das 08h00 às 16h00, no Centro Diocesano de Pastoral (CEDIPAS), em Assis/SP.      Em Cristo Jesus, Paz e Esperança!     Dom José Benedito Simão Bispo Diocesano       Pe. Sérgio Henrique da Silva Coordenador Diocesano de Pastoral
  ORAÇÃO DA CAMPANHA PARA A EVANGELIZAÇÃO 2014.  ORAÇÃO PARA IMPRIMIR  CARTA AOS PÁROCOS CARTAZ PARA IMPRESSÃO      
  CLIQUE AQUI PARA VISUALIZAR E IMPRIMIR    Os Clérigos Quanto aos clérigos de maneira geral, diz o Código de Direito Canônico: "Os clérigos, por trabalharem juntos para o mesmo objetivo, a saber, para a construção do Corpo de Cristo, estejam unidos entre si pelo vínculo da fraternidade e da oração e prestem mútua ajuda, de acordo com as prescrições do direito particular" (Cân. 275 § 1).   Os Párocos "O pároco e o pastor próprio da paróquia a ele confiada; exerce o cuidado pastoral da comunidade que lhe foi entregue, sob a autoridade do bispo diocesano, em cujo ministério de Cristo é chamado a participar, a fim de exercer em favor dessa comunidade o múnus de ensinar, santificar e governar, com a cooperação também de outros presbíteros ou diáconos e com a auxílio dos fiéis leigos, de acordo com o direito" (Cân. 519) O Cân. 530, afirma que as funções especialmente confiadas ao pároco, são as seguintes:   1° - administrar o batismo; 2° - administrar o sacramento da confirmação aos que se acham em perigo de morte, segundo o cân. 883, n.3; 3° - administrar o viático e a unção dos enfermos, salva a prescrição do cân. 1003, §§ 2 e 3, e dar a bênção apostólica; 4° - assistir aos matrimônios e dar bênção nupcial; 5° - realizar funerais; 6° - benzer a fonte batismal no tempo pascal, fazer procissões fora da igreja, e dar bênçãos solenes fora da igreja; 7° - celebrar mais solenemente a Eucaristia nos domingos e festas de preceito.   Vigários Paroquiais Diz o Código de Direito Canônico, no Cân. 545: § 1. Para o adequado cuidado pastoral da paróquia, sempre que for necessário ou oportuno, pode-se dar ao pároco um ou mais vigários paroquiais que, como cooperadores do pároco e participantes da sua solicitude, prestem sua ajuda no ministério pastoral, de comum acordo e trabalho com o pároco. § 2. O Vigário paroquial pode ser constituído para dar sua ajuda no exercício de todo o ministério pastoral, tanto na paróquia inteira como numa determinada parte dela, ou para determinado grupo de fiéis; pode também ser constituído para exercer determinado ministério em diversas paróquias ao mesmo tempo.   Administrator Paroquial Cân. 540 § 1. O administrador paroquial tem os mesmos deveres e os mesmos direitos que o pároco, salvo determinação contrária do Bispo diocesano.     INFORMAÇÕES: www.diocesedeassis.org
SETOR FAMÍLIA   Aconteceu no Centro Diocesano de Pastoral em Assis o XVII Encontro Sub-regional da Pastoral Familiar, nos dias 08 e 09 de novembro. Nosso bispo acolheu as 151 pessoas que vieram das dioceses de Bauru, Botucatu, Lins, Marília, Ourinhos, Presidente Prudente e Assis. A organização ficou a cargo da Coordenação da Pastoral Familiar de nossa diocese, que contou com o apoio das forças vivas do Setor Família: Agentes da Pastoral Familiar, Equipes de Nossa Senhora, ECC, Acampamento de Casais, Comunidade Pietá, Jovens, seminaristas e outros. Os assessores da Pastoral Familiar do Regional Sul 1 e do Sub-Regional de Botucatu enriqueceram o encontro com sua preciosa experiência. É bom sentirmos que estamos em comunhão com a pastoral orgânica da nossa Igreja. Os temas tratados foram desde o recente Sínodo sobre a Família, passando pelos pontos centrais da Pastoral Familiar, o pré-matrimônio, pós-matrimônio até a defesa da vida. As partilhas de grupo levaram ao aprofundamento de questões importantes e as experiências concretas apresentadas abriram novos horizontes para os presentes. Nas celebrações eucarísticas, densas de espiritualidade, renovamos nossas forças para continuar a evangelização das famílias. O encontro dos participantes por dioceses ajudou a fazer um balanço do que já existe e do que pode ser melhorado em nossas Igrejas Particulares. Na Diocese de Assis, por exemplo, alguns solicitaram a criação de equipes paroquiais de Pastoral Familiar e algumas pessoas se dispuseram a fortalecer a organização em nível diocesano. O acolhimento dos visitantes nas famílias assisenses gerou um clima fraterno que complementou a riqueza do Encontro. Aliás, este evento aconteceu graças à generosidade de muitos colaboradores de várias paróquias da nossa diocese. D. Simão, que participou ativamente do Encontro, fez a oração de envio em missão e abençoou particularmente a equipe que organizará o XVIII Encontro, que acontecerá em Bauru, em 2015. Um reencontro está marcado para o dia 13 de dezembro no CEDIPAS com o grupo da Diocese de Assis. Esperamos que a formação e as informações partilhadas se concretizem agora num engajamento ardoroso nesta causa que é de todos: o fortalecimento integral das famílias.   Pe. Maurílio Alves Rodrigues – Assessor do Setor Família. João Luiz e Dulcinea – Coordenadores da Pastoral Familiar.     Aconteceu nos dias 08 e 09 de Novembro, no CEDIPAS – Assis/SP, o XVII Encontro da Pastoral Familiar do Sub-Regional de Botucatu. Segue Abaixo, algumas fotos do Encontro:      
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