Diocese de Assis

Quinta, 07 24th

Last updateTer, 22 Jul 2014 12pm

 
  Artigo de Dom Gil Antônio Moreira.
  Comunicamos a todas as Paróquias da Diocese de Assis, que já se encontram no CEDIPAS oS materiais da Campanha Vocacional. Os Materiais a serem retirados pelas Paróquias são: Cartaz, Folder e Envelope vocacional.   *Estão disponíveis também o Material Missionário para o mês de Outubro.   Mais Informações: (18) 3322-2614
                       Realizou-se no dia 12 de Julho, das 8h00 às 12h00, no Seminário Provincial Sagrado Coração de Jesus, em Marília, o encontro anual de formação para os agentes da pastoral carcerária do Subregional de Botucatu.             Após o café da manhã, o encontro foi aberto com o momento de oração dirigido pelo Pe. Valdo Bartolomeu de Santana, pároco de Tupi Paulista. Em seguida, Pe. Orlando de Almeida Alves, coordenador do Subregional, convidou os agentes a apresentarem-se dizendo o nome e a respectiva diocese.          O primeiro momento do encontro ficou a cargo do Prof. Rodolfo Arruda da UNESP de Marília que, com muita competência, desenvolveu o tema Tendências e Desafios no Sistema Prisional em São Paulo.         Depois de um breve intervalo, a Profª Tereza Cristina Albieri Baraldi, Secretária Municipal da Cidadania e Juventude de Marília, assessorou o segundo momento com o tema Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos.          Ao triste quadro da realidade do sistema prisional traçado pelo Prof. Rodolfo em sua exposição, a Profª Tereza Cristina apontou luzes no fim do túnel com a sua palestra  Justiça Restaurativa e Mediação de Conflitos.        Após as considerações finais Wilson Roberto Batista, vice coordenador do Subregional expressou os merecidos agradecimentos, sobretudo aos palestrantes. Nos informes foi destacada a próxima reunião que realizar-se-á dia 20 de Setembro, na cidade de Lins. Finalmente, o encontro deu-se por encerrado com a oração de envio e, logo em seguida, o almoço de confraternização.     Pe. Orlando de Almeida Alves ( coordenador do Subregional )      
A Diocese de Assis se alegra ao enviar 27 Missionários para a semana missionária de 20 à 26 de Julho, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida – Regente Feijó/SP. Aconteceu no último dia 12 de Julho de 2014, com missa presidida por Dom José Benedito Simão, no Centro Diocesano de Pastoral - CEDIPAS – Assis/SP, o envio destes missionários.  Cada Paróquia da Diocese de Assis, com o objetivo de evangelizar, enviou leigos para ajudarem na Evangelização na comunidade de Regente Feijó/SP. Esse trabalho vem de encontro com a proposta de sermos Discípulos Missionários, como diz o Documento de Aparecida. Também os leigos de nossa Diocese deverão compor a equipe do  COMIDI na Diocese de Assis. Os enviados sairam de Assis no domingo, as 08h30 e passarão toda a semana em missão. Os Padres José Joaquim Damásio Neto; Pe. José Martins Cardoso; Pe. Marcelo Martins Barreto e Pe. Leandro César Martins, estarão Celebrando a Santa Missa com os Missionários naquela Comunidade Paroquial. A missa de encerramento em Regente Feijó será presidida por Dom José Benedito Simão, Bispo Diocesano de Assis.   Rezemos por esses Missionários da nossa Diocese de Assis!   Fotos: Missão Frutos de Pentecostes   Saída em frente a Catedral de Assis no domingo 20 de julho.   Chegada em regente Feijó. Visitando as famílias!   Fotos: Salete Benedeti Sales  
      Reforma Política: somar, não dividir!   por Pedro A. Ribeiro de Oliveira Quarta, 09 de julho de 2014    Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/533056-reforma-politica-somar-nao-dividir     "Hoje está claro que a reforma do sistema político brasileiro é condição prévia para as reformas estruturais: do Estado, Agrária e Fiscal com auditoria da dívida pública. Não está claro, contudo, como ela deve ser encaminhada. Enquanto a Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros organiza o plebiscito popular em favor da convocação de uma Constituinte exclusiva, a Coalizão pela Reforma Democrática e Eleições Limpas promove a coleta de assinaturas em favor do projeto de Lei de Iniciativa Popular. Essas duas iniciativas da sociedade civil são de grande valor, desde que uma não anule a outra. O problema é que a diferença entre as duas propostas está se transformando em divergência que as enfraquece. Quero defender aqui a tese de que não há contradição entre elas, pois podem se reforçar mutuamente", escreve Pedro A. Ribeiro de Oliveira, consultor de ISER/Assessoria.   Eis o artigo.   Pesquisa da Fundação Perseu Abramo mostra que a maioria da população (89%) é favorável à Reforma Política e que 75% a consideram “muito importante”.Mostra também que falta clareza “técnico-política”: as respostas referem-se a combate à corrupção (15%) e privilégios (26%), mais controle social e melhor escolha de representantes (27%); outras referem-se a melhores políticas de saúde, segurança, salarial, educacional, etc . Essa confusão pode ser observada até mesmo entre lideranças de movimentos sociais, que pensam que mais de 1,5 milhão de assinaturas tornam obrigatório o resultado do plebiscito popular. Diante dessa desinformação, é preciso ter claro o que busca cada proposta.   Projeto da Coalizão Democrática   O Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política, nasceu do convite da CNBB a entidades da sociedade civil que hoje chegam a quase 100. Para agregar tantas entidades, a proposta teve que limitar-se a pontos consensuais e não proíbe coligações em eleições proporcionais, como é desejo de muitos. Em compensação traz pelo menos uma inovação de grande importância: a regulamentação das doações para campanhas eleitorais. Vejamos rapidamente o conjunto de propostas desse projeto de lei : a) Proibição do financiamento de campanha por empresa. Instauração do financiamento democrático de campanha, constituído do financiamento público e de contribuição de pessoa física limitada a R$ 700,00. b) Adoção do sistema de “voto transparente” pela introdução de dois turnos de votação também nas eleições proporcionais (deputados e vereadores): o eleitor vota primeiramente no partido e depois escolhe um dos nomes da lista;   c) Alternância de gênero nas listas de candidatos do item anterior;   d) Regulamentação dos instrumentos da Democracia Participativa, reduzindo-se as exigências para a sua realização e facilitando-se sua tramitação no Congresso;   e) Fortalecimento e democratização dos partidos, para impor programas partidários efetivos e vinculantes;   f) Aumento da participação política de afrodescendentes e indígenas;   g) Criação de instrumentos que assegurem equilíbrio do pleito entre todos os partidos e candidatos.   Merece especial atenção a proposta de regulamentação das doações.   Na atual situação, qualquer empresa pode contribuir financeiramente para custear campanhas eleitorais. Torna-se um bom negócio para a empresa ajudar candidatos que depois de eleitos vão lhe prestar serviços dentro do governo ou defender seus interesses no Parlamento. Basta lembrar a liberação de agrotóxicos, de mineração e de remédios, a especulação urbana, a isenção fiscal ao agronegócio, o favorecimento a empreiteiras de obras públicas e a política de juros altos. Por isso se diz que empresário não faz doações, faz investimentos. Essa promiscuidade entre o interesse público e interesses privados é imoral e tende a descambar para a corrupção.   Além disso, o financiamento das campanhas por empresas eleva muito o seu custo, porque o dinheiro sai do caixa da empresa e não do bolso do empresário. A revista Carta capital de 22/03/2014 traz o exemplo da Oi. Entre seus acionistas está, além de fundos estatais como BNDESPar, Previ e Funcef, a Andrade Gutierrez (representada pela AG Telecom), umas das empreiteiras que mais faz doação de campanha. Para se ter uma ideia dos valores envolvidos, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a construtora doou para campanhas do PMDB de Eduardo Cunha (que puxou a oposição ao marco civil da internet) um total de R$ 20,6 milhões em 2010 e R$ 14,8 milhões em 2012.   Há então flagrante contradição: pessoas jurídicas, que não têm direito a voto, de fato influem muito mais no resultado das eleições do que quem, ao votar, exerce o direito de cidadania. Essa contradição foi levada ao Supremo Tribunal Federal pela Ordem dos Advogados do Brasil sob a forma de ação direta de inconstitucionalidade. No dia 2 de abril o STF julgou a ação. Vale a pena transcrever parte do voto do ministro Marco Aurélio:   “ Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral, nas eleições de 2010, um deputado federal gastou, em média, R$ 1,1 milhão, um senador, R$ 4,5 milhões, e um governador, R$ 23,1 milhões. A campanha presidencial custou mais de R$ 336 milhões. Nas eleições municipais de 2012, segundo recente contabilização do Tribunal, teriam sido gastos incríveis 6 bilhões de reais. Apontou-se que os maiores financiadores são empresas que possuem contratos com órgãos públicos. O setor líder é o da construção civil, tendo contribuído com R$ 638,5 milhões, seguido da indústria de transformação, com R$ 329,8 milhões, e do comércio, com R$ 311,7 milhões.”   Embora a votação tenha sido suspensa por interferência do juiz Gilmar Mendes, o resultado já está definido: a maioria do STF (os 6 votos já proferidos) são pela inconstitucionalidade das doações de empresas. A notícia é ótima mas ainda não significa a vitória final da proposta, porque já corre no Congresso um movimento para mudar a Constituição e tornar legal aquela prática. Nesse contexto, o projeto de Lei de Iniciativa Popular torna-se ainda mais importante, porque impedirá essa tentativa de retrocesso legal.     A proposta de plebiscito popular   A proposta da Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros visa realizar um plebiscito popular sobre a convocação de uma Assembleia Constituinte exclusivamente para fazer a Reforma Política. Embora não tenha valor jurídico, por não ser reconhecido oficialmente, o plebiscito tem força moral quando recolhe um número significativo de votos. Basta lembrar o resultado positivo dos plebiscitos populares sobre a Dívida Externa e sobre a ALCA, que se converteram em força de pressão da sociedade sobre o governo. Também este poderá ser um valioso instrumento em favor da convocação de uma Assembleia Constituinte capaz de fazer a Reforma Política sem submeter-se aos interesses corporativos dos membros do Congresso Nacional .   Além disso, a mobilização para o Plebiscito Popular é uma excelente oportunidade para fazer-se o trabalho de educação política de massa, esclarecendo à população como funciona o Congresso, como se dá o processo eleitoral, para que servem os partidos políticos, e outros temas relevantes. Até a semana do 7 de setembro esse trabalho educativo deve mobilizar os Movimentos Sociais, de modo a obter um bom resultado em termos de votos.     Conclusão   As duas propostas se complementam. A primeira busca efetividade, pois projeto de lei de iniciativa popular respaldado por quase 2 milhões de assinaturas tem muito peso no Congresso. A segunda promove a conscientização política, trazendo para toda a sociedade o debate de questões que a mídia insiste em esconder ou deturpar. Se não há contradição entre elas, a hora é de unir forças e evitar qualquer desqualificação dessas propostas.   Minha fé é política porque ela não suporta separação entre o corpo de Jesus e o corpo de um irmão. Minha fé é política porque crê que a economia pode mudar um dia e ser toda solidária. Minha fé é política porque acredito na juventude, na sua força e inquietude, no seu poder de diferença e na força da velhice que com sua sabedoria e experiencia ainda tem muito a colaborar, para um país justo, igualitário sem tantas injustiças sociais..      Pastoral Fé e Política Arquidiocese de São Paulo A partir de Jesus Cristo em busca do bem comum   www.pastoralfp.com http://pastoralfp.blogspot.com  
  Você foi escolhido para participar do Curso de Dinâmica para Líderes que organizamos: Objetivo: O curso tem como objetivos: formar líderes e passar habilidades de trabalho de equipe, autoconhecimento, melhoria de autoconfiança, comunicação, comunicação interpessoal, administração do tempo, espiritualidade que dá orientação e unidade a vida, motivar e animar os grupos existentes, formar grupos nas comunidades onde não há trabalho concreto com jovens, descobrir e despetar novas lideranças e fortalecer a articulação diocesana.   Datas dos Cursos nas Regiões Pastorais e locais:    Região 3 - 01, 02 e 03 de agosto/2014: Tarumã    Região 4 - 26, 27 e 28 de setembro/2014: Echaporã    Região 1 - 12, 13 e 14 de dezembro/2014: Cândido Mota    Região 2 - 06, 07 e 08 de Março /2015: Paraguaçu Paulista                          Horário Base do Curso: Sexta-feira: Início às 19:00 horas e término no domingo às 16:45.    Lucas de Holanda M. Cardoso / Cristiano Célio Andrade Jr. Coordenação Geral     Observação: O curso tem uma sequência pedagógica importante, portanto, sua ausência durante uma parte dele prejudica seu aproveitamento e o dos demais membros. Sua intenção de não se ausentar em nenhum momento do curso é uma condição imprescindível para que sua ficha seja aprovada.   Para maiores informações comunique-se com: cpjassis@gmail.com   FICHA DE INSCRIÇÃO CURSO DE DINÂMICA PARA LÍDERES   (Preencher em Letra de forma e enviar três semanas antes de cada data para a secretaria paroquial da sede de cada curso - prazos de inscrição a combinar nas regiões)   FICHA DE CADASTRO    Nome:__________________________________________________________________ Data Nasc: _______/_______/____________ Endereço:_______________________________________________________ nº______ Complemento:_________________________________________________________________ Bairro:__________________________________ CEP:_____________________________ Cidade: ______________________________ Fone (Resid): ______________________________ Celular: ________________________ Trabalha? (  ) Não (  ) Sim   Profissão: _________________________________________ Escolaridade (  ) Fundamental (  ) Médio (  ) Universitário (  ) Superior (  ) Pós-graduado Estado Religioso: (  ) Irmão (  ) Irmã (  ) Diácono (  ) Seminarista (  ) Leigo Estado Civil: (  ) Solteiro (  ) Casado Paróquia:____________________________________________________ Pastoral ou Movimento que Partcipa:____________________________________________ Quanto tempo participa: _____________ Função: (  ) Assessor (  ) Coordenador (  ) Participante Nome do acessor que o acompanha na paróquia:_________________________________ Estado Religioso do Assessor: (  ) Padre (  ) Irmão (  ) Irmã (  ) Diácono (  ) Leigo   Telefone:____________________________________________     Acolhidos pelo Pe. Arnaldo José Gomes Teixeira na Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Echaporã, onde será um dos cursos regionais.     Coordenadores gerais do Curso de Dinâmica para Líderes
   
  FONTE: Diário de Assis                 Voz da Terra     Reforma Política: somar, não dividir!   por Pedro A. Ribeiro de Oliveira Quarta, 09 de julho de 2014    Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/533056-reforma-politica-somar-nao-dividir     "Hoje está claro que a reforma do sistema político brasileiro é condição prévia para as reformas estruturais: do Estado, Agrária e Fiscal com auditoria da dívida pública. Não está claro, contudo, como ela deve ser encaminhada. Enquanto a Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros organiza o plebiscito popular em favor da convocação de uma Constituinte exclusiva, a Coalizão pela Reforma Democrática e Eleições Limpas promove a coleta de assinaturas em favor do projeto de Lei de Iniciativa Popular. Essas duas iniciativas da sociedade civil são de grande valor, desde que uma não anule a outra. O problema é que a diferença entre as duas propostas está se transformando em divergência que as enfraquece. Quero defender aqui a tese de que não há contradição entre elas, pois podem se reforçar mutuamente", escreve Pedro A. Ribeiro de Oliveira, consultor de ISER/Assessoria.   Eis o artigo.   Pesquisa da Fundação Perseu Abramo mostra que a maioria da população (89%) é favorável à Reforma Política e que 75% a consideram “muito importante”.Mostra também que falta clareza “técnico-política”: as respostas referem-se a combate à corrupção (15%) e privilégios (26%), mais controle social e melhor escolha de representantes (27%); outras referem-se a melhores políticas de saúde, segurança, salarial, educacional, etc . Essa confusão pode ser observada até mesmo entre lideranças de movimentos sociais, que pensam que mais de 1,5 milhão de assinaturas tornam obrigatório o resultado do plebiscito popular. Diante dessa desinformação, é preciso ter claro o que busca cada proposta.   Projeto da Coalizão Democrática   O Projeto de Lei de Iniciativa Popular pela Reforma Política, nasceu do convite da CNBB a entidades da sociedade civil que hoje chegam a quase 100. Para agregar tantas entidades, a proposta teve que limitar-se a pontos consensuais e não proíbe coligações em eleições proporcionais, como é desejo de muitos. Em compensação traz pelo menos uma inovação de grande importância: a regulamentação das doações para campanhas eleitorais. Vejamos rapidamente o conjunto de propostas desse projeto de lei : a) Proibição do financiamento de campanha por empresa. Instauração do financiamento democrático de campanha, constituído do financiamento público e de contribuição de pessoa física limitada a R$ 700,00. b) Adoção do sistema de “voto transparente” pela introdução de dois turnos de votação também nas eleições proporcionais (deputados e vereadores): o eleitor vota primeiramente no partido e depois escolhe um dos nomes da lista;   c) Alternância de gênero nas listas de candidatos do item anterior;   d) Regulamentação dos instrumentos da Democracia Participativa, reduzindo-se as exigências para a sua realização e facilitando-se sua tramitação no Congresso;   e) Fortalecimento e democratização dos partidos, para impor programas partidários efetivos e vinculantes;   f) Aumento da participação política de afrodescendentes e indígenas;   g) Criação de instrumentos que assegurem equilíbrio do pleito entre todos os partidos e candidatos.   Merece especial atenção a proposta de regulamentação das doações.   Na atual situação, qualquer empresa pode contribuir financeiramente para custear campanhas eleitorais. Torna-se um bom negócio para a empresa ajudar candidatos que depois de eleitos vão lhe prestar serviços dentro do governo ou defender seus interesses no Parlamento. Basta lembrar a liberação de agrotóxicos, de mineração e de remédios, a especulação urbana, a isenção fiscal ao agronegócio, o favorecimento a empreiteiras de obras públicas e a política de juros altos. Por isso se diz que empresário não faz doações, faz investimentos. Essa promiscuidade entre o interesse público e interesses privados é imoral e tende a descambar para a corrupção.   Além disso, o financiamento das campanhas por empresas eleva muito o seu custo, porque o dinheiro sai do caixa da empresa e não do bolso do empresário. A revista Carta capital de 22/03/2014 traz o exemplo da Oi. Entre seus acionistas está, além de fundos estatais como BNDESPar, Previ e Funcef, a Andrade Gutierrez (representada pela AG Telecom), umas das empreiteiras que mais faz doação de campanha. Para se ter uma ideia dos valores envolvidos, segundo dados do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) a construtora doou para campanhas do PMDB de Eduardo Cunha (que puxou a oposição ao marco civil da internet) um total de R$ 20,6 milhões em 2010 e R$ 14,8 milhões em 2012.   Há então flagrante contradição: pessoas jurídicas, que não têm direito a voto, de fato influem muito mais no resultado das eleições do que quem, ao votar, exerce o direito de cidadania. Essa contradição foi levada ao Supremo Tribunal Federal pela Ordem dos Advogados do Brasil sob a forma de ação direta de inconstitucionalidade. No dia 2 de abril o STF julgou a ação. Vale a pena transcrever parte do voto do ministro Marco Aurélio:   “ Segundo dados oficiais do Tribunal Superior Eleitoral, nas eleições de 2010, um deputado federal gastou, em média, R$ 1,1 milhão, um senador, R$ 4,5 milhões, e um governador, R$ 23,1 milhões. A campanha presidencial custou mais de R$ 336 milhões. Nas eleições municipais de 2012, segundo recente contabilização do Tribunal, teriam sido gastos incríveis 6 bilhões de reais. Apontou-se que os maiores financiadores são empresas que possuem contratos com órgãos públicos. O setor líder é o da construção civil, tendo contribuído com R$ 638,5 milhões, seguido da indústria de transformação, com R$ 329,8 milhões, e do comércio, com R$ 311,7 milhões.”   Embora a votação tenha sido suspensa por interferência do juiz Gilmar Mendes, o resultado já está definido: a maioria do STF (os 6 votos já proferidos) são pela inconstitucionalidade das doações de empresas. A notícia é ótima mas ainda não significa a vitória final da proposta, porque já corre no Congresso um movimento para mudar a Constituição e tornar legal aquela prática. Nesse contexto, o projeto de Lei de Iniciativa Popular torna-se ainda mais importante, porque impedirá essa tentativa de retrocesso legal.     A proposta de plebiscito popular   A proposta da Plenária Nacional dos Movimentos Sociais Brasileiros visa realizar um plebiscito popular sobre a convocação de uma Assembleia Constituinte exclusivamente para fazer a Reforma Política. Embora não tenha valor jurídico, por não ser reconhecido oficialmente, o plebiscito tem força moral quando recolhe um número significativo de votos. Basta lembrar o resultado positivo dos plebiscitos populares sobre a Dívida Externa e sobre a ALCA, que se converteram em força de pressão da sociedade sobre o governo. Também este poderá ser um valioso instrumento em favor da convocação de uma Assembleia Constituinte capaz de fazer a Reforma Política sem submeter-se aos interesses corporativos dos membros do Congresso Nacional .   Além disso, a mobilização para o Plebiscito Popular é uma excelente oportunidade para fazer-se o trabalho de educação política de massa, esclarecendo à população como funciona o Congresso, como se dá o processo eleitoral, para que servem os partidos políticos, e outros temas relevantes. Até a semana do 7 de setembro esse trabalho educativo deve mobilizar os Movimentos Sociais, de modo a obter um bom resultado em termos de votos.     Conclusão   As duas propostas se complementam. A primeira busca efetividade, pois projeto de lei de iniciativa popular respaldado por quase 2 milhões de assinaturas tem muito peso no Congresso. A segunda promove a conscientização política, trazendo para toda a sociedade o debate de questões que a mídia insiste em esconder ou deturpar. Se não há contradição entre elas, a hora é de unir forças e evitar qualquer desqualificação dessas propostas.   Minha fé é política porque ela não suporta separação entre o corpo de Jesus e o corpo de um irmão. Minha fé é política porque crê que a economia pode mudar um dia e ser toda solidária. Minha fé é política porque acredito na juventude, na sua força e inquietude, no seu poder de diferença e na força da velhice que com sua sabedoria e experiencia ainda tem muito a colaborar, para um país justo, igualitário sem tantas injustiças sociais..      Pastoral Fé e Política Arquidiocese de São Paulo A partir de Jesus Cristo em busca do bem comum   www.pastoralfp.com http://pastoralfp.blogspot.com      
  No dia 19 de julho de 2014, no Centro Diocesano de Pastoral – CEDIPAS, em Assis/SP,  foi realizada a reunião de coordenadores de ramo da Pastoral da Criança.  A reunião contou com a participação dos Assessores: Pe. Airton e Pe.  Clóvis, a coordenadora do sub-regional Marileuza, a Coordenadora de Setor Maria Aparecida Bernardino e alguns coordenadores de Ramo da Diocese. A reunião teve como objetivo dar continuidade aos trabalhos desenvolvidos pelos agentes e também buscar estratégias para expandir o trabalho da pastoral da criança em toda a Diocese de Assis. Seguiu-se uma pauta com vários assuntos, entre eles  a proposta de apresentar o trabalho em todas as Paróquias.     A meta prioritária da Pastoral  da Criança na Diocese de Assis é dar visibilidade desse trabalho tão importante à todas as Comunidades Paroquiais, para que se concretize o objetivo da Pastoral da Criança por aqui, que é o acompanhamento das famílias de nossa Diocese.          Diocese de Assis – Pastoral da Criança Ficha de cadastro de voluntários Nome:_________________________________________________________________________________ Endereço: ______________________________________________________ Bairro:__________________ Cidade: __________________ E-mail:_______________________________________________________ Cel: ______________________ Tel:___________________________ Paróquia: ______________________________________________________________________________ Observação: ____________________________________________________________________________  ______________________________________________________________________________________   A ficha poderá ser enviada ao Centro Diocesano de Pastoral - Pastoral da Criança Rua Dom José Lázaro Neves, 414 - CEP 19814-391 Ou pelo e-mail: centpastoral@ig.com.br (18) 3322 2614.  

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  O acampamento – EU VIVI 3.0!“[...]Estejam abertos a surpresas de Deus.” Está foi a fala de um missionário que passou...
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Entrevista com o Papa Francisco     Segunda, 30 de junho de 2014 Fonte: http://www.ihu.unisinos.br/noticias/532796-o-comunismo-nos-roubou-a-bandeira-entrevista-com-o-papa-francisco     O encontro é em Santa Marta, à tarde.
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Pastorais, Movimentos e Comunidades

                       Realizou-se no dia 12 de Julho, das 8h00 às 12h00,...
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