Diocese de Assis

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Last updateSex, 30 Jan 2015 6pm

  Emmo. Sr. Cardeal Odilo Pedro Scherer Emmo. Sr. Cardeal Dom Raymundo Damasceno Assis Exmos. Senhores Arcebispos e Bispos   A pedido do secretário adjunto, padre Nelson Rosselli Filho, encaminhamos, abaixo, o seguinte comunicado:   Comunicado   Comunicamos, com profunda dor, aos fieis católicos, que reconhecem no sucessor de Pedro, hoje nosso querido papa Francisco, o sinal visível da Unidade da Igreja de Cristo, que o Arquimandrita Theodoro A. C. de Oliveira, até agora presbítero da Eparquia Melquita Católica, fundador do “Mosteiro Filhos Misericordiosos da Cruz”, situado em Votorantim, aqui generosamente acolhido pelo meu predecessor, Dom José Lambert, acaba de romper os laços de obediência ao Santo Padre e a seu Bispo Dom Joseph Gebara, excluindo-se assim da comunhão católica. A ruptura será consumada com sua ordenação episcopal, a ser realizada por um Bispo Anglicano, no dia 09 de fevereiro, conforme convite oficial enviado aos católicos que vinham generosamente colaborando com o projeto “Mosteiro Filhos Misericordiosos da Cruz”. Por se tratar de um ato público de ruptura com a Igreja Católica fica proibida a presença de católicos em tal celebração bem como em todas as celebrações que de agora em diante forem presididas pelo Arquimandrita  Theodoro ou por qualquer ministro da Igreja Anglicana. Advertimos os católicos que todos aqueles que o acompanharem em tal decisão estarão também abandonando a Igreja Católica na qual foram batizados e incorrem igualmente nas penas canônicas prescritas tanto pelo Código de Direito Canônico como pelo CCEO, Código de Cânones para as Igrejas Orientais Católicas. Direito Canônico para a Igreja Latina   Can. 751 – Chama-se...cisma a recusa  de sujeição ao Sumo pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos.” Can. 1364 - § 1. “... O cismático incorre em excomunhão latae sententiae...” Isto significa: ao romper o vínculo da unidade com a Igreja, nesse momento mesmo, ele se coloca fora da comunhão eclesial.   CCEO – Direito para as Igrejas Católicas orientais Can. 1437 Aquele que recusa a submissão à autoridade suprema da Igreja ou a comunhão com os fieis sujeitos a esta autoridade e que, depois de ter recebido uma advertência legítima, não lhe presta obediência, será punido como cismático pela excomunhão maior.   Can. 1447   Aquele que suscita revolta ou ódio contra não importa qual Hierarca ou excita os fieis a desobedecer-lhe, será punido com uma pena adequada sem excluir a excomunhão maior, sobretudo se este delito é cometido contra o Patriarca ou ainda mais contra o Pontífice Romano.   CNBB  
Está ocorrendo desde o dia 25 a 31 de janeiro na Universidade Salesiana, o Pio XI, no Alto da Lapa - São Paulo, a CAPACITAÇÃO DE ASSESSORES DE JUVENTUDE, DA CNBB. Esta semana de estudos está concluindo um curso que já iniciou em setembro de 2014, no módulo à distância, e será certificado como Curso de Extensão Universitária, pela PUC do Paraná. Todo o projeto realizado abrangeu as dimensões da formação integral da juventude, segundo o documento 85 da CNBB - Evangelização da Juventude: dimensão psico-afetiva, psico social, mística, espiritual e capacitação técnica. Está sendo promovido pela Comissão Episcopal para a Pastoral Juvenil - CEPJ/CNBB, contando com a assessoria de Pe. Antônio Ramos do Prado, sdb e Dom Vilsom Basso, scj, e equipe ampla de assessores nacionais de juventude e especiailistas. Participam deste curso referenciais de juventudes das dioceses do Brasil e responsáveis específicos da Evangelização da Juventude e a proposta é oferecer uma melhor formação para o Ministério de Assessoria, também como contempla o documento 85. Da Diocese de Assis, está participando o Diácono Anatoli Gradiski, que acompanha o Setor Juventude Diocesano.     Texto e Fotos: Diácono Anatóli Gradiski
  Assis, 21 de janeiro de 2015 CIRCULAR 02/2015 ABERTURA DIOCESANA DA CF 2015 – CEDIPAS   Tema:“Fraternidade: Igreja e Sociedade” Lema: “Eu vim para servir” (cf. Mc 10,45)     Prezados senhores, Paz e Bem! Vimos convocá-los para a Abertura Diocesana da Campanha da Fraternidade que acontecerá no próximo dia 12 de fevereiro, as 19h30, no CENTRO DIOCESANO DE PASTORAL – CEDIPAS , Rua Dom José Lázaro Neves, 414 - Assis/SP. É muito importante a participação dos Presbíteros, Religioso(a)s, Diácono, Seminaristas, Coordenações Paroquiais da CF, Coordenadores de Movimentos e pastorais,  Povo de Deus na Diocese de Assis, portanto desde já os aguardamos!          Fraternalmente, Em Cristo Jesus,                                                  Paz e Esperança!     Dom José Benedito Simão Bispo Diocesano   Leandro César Martins Coordenador CF/2015      Pe. David José Martins Chanceler     Prot. 922          Folha. 169           Livro. 03    
  Aconteceu no dia 23 de Janeiro de 2015, no CEDIPAS – Assis/SP, a Missa em Ação de Graças pela Ordenação Episcopal de Dom José Benedito Simão, que vamos Celebrar (Comemorar), no dia 25 de Janeiro. Momento primeiro esse, no qual, nosso Bipo Diocesano, compartilhou a Alegria em Servir, estando junto do Clero Diocesano, Religiosos e Religiosas, Autoridades Civis e Militares. Representando as Paróquias, casais de cada comunidade participaram desse momento de Ação de Graças, junto do nosso Pastor Diocesano. Desejamos ao Dom Simão, Felicidades, Saúde, Alegria e muita luz para guiar o rebanho de Cristo. Conte Conosco Dom Simão. Parabéns pelos 13 anos de Ordenação Episcopal.     CLIQUE AQUI PARA VISUALIZAR AS FOTOS (23/01/2015)      
   POR LUÍS EUGÊNIO SANÁBIO E SOUZA, ESCRITOR     A subsistência da unidade Diante do crescente número de seitas, cisões e comunidades cristãs que surgem aqui e ali, os católicos devem estar cientes de que as promessas de Jesus Cristo de nunca abandonar a sua Igreja (Mateus 16,18; 28,20) e de guiá-la com seu Espírito (João 16,13) comportam que, segundo a fé católica, a unicidade e unidade, bem como tudo o que concerne a integridade da Igreja Católica, jamais virão a faltar. O Concílio Vaticano II recordou que a unidade “Cristo a concedeu, desde o início, à sua Igreja, e nós cremos que ela subsiste sem possibilidade de ser perdida na Igreja Católica e esperamos que cresça, dia após dia, até a consumação dos séculos” (Concílio Vaticano II: UR n° 4). O Magistério da Igreja afirma que os fiéis são obrigados a professar que existe uma continuidade histórica entre a Igreja fundada por Cristo e a Igreja Católica. Existe portanto uma única Igreja de Cristo, que subsiste na Igreja Católica, governada pelo sucessor de Pedro (Papa) e pelos bispos em comunhão com ele. Com esta expressão “subsiste” (subsistit in), o Concílio Vaticano II quis harmonizar duas afirmações doutrinais: por um lado, a de que a Igreja de Cristo, não obstante as divisões dos cristãos, continua a existir plenamente só na Igreja Católica e, por outro, a de que existem numerosos elementos de santificação e de verdade fora da sua composição, isto é, nas igrejas e comunidades eclesiais que ainda não vivem em plena comunhão com a Igreja Católica. Os católicos não podem imaginar a Igreja de Cristo como se fosse a soma das diversas comunidades ou igrejas cristãs, nem lhes é permitido pensar que a Igreja de Cristo hoje já não exista em parte alguma, tornando-se, assim, um mero objeto de procura por parte de todas as igrejas e comunidades. É verdade de fé que “os elementos desta Igreja já realizada existem, reunidos na sua plenitude, na Igreja Católica e, sem essa plenitude, nas demais comunidades” (Papa São João Paulo II, Encícclica Ut unum sint, n. 14). As rupturas que ferem a unidade da Igreja (distinguem-se a heresia, a apostasia e o cisma) não acontecem sem os pecados dos homens. “Chama-se heresia a negação pertinaz, após a recepção do batismo, de qualquer verdade que se deva crer com fé divina e católica, ou a dúvida pertinaz a respeito dela; apostasia, o repúdio total da fé cristã; cisma, a recusa de sujeição ao Sumo Pontífice ou de comunhão com os membros da Igreja a ele sujeitos” (Código de Direito Canônico, cânon 751). A falta de unidade entre os cristãos é certamente uma ferida para a Igreja; não no sentido de estar privada da sua unidade, mas porque a divisão é um obstáculo à plena realização da sua universalidade na história. Cristo dá sempre à sua Igreja o dom da unidade, mas a Igreja deve sempre orar e trabalhar para manter, reforçar e aperfeiçoar a unidade que Cristo quer para ela. Neste trabalho em prol da unidade, “a Igreja não faz proselitismo, mas cresce por atração” (Papa Bento XVI). Em obediência ao mandato de Jesus Cristo (Mateus 28,19-20) e como exigência do amor para com todos os homens, a Igreja Católica anuncia e tem o dever de anunciar constantemente a Jesus Cristo, que é “o caminho, a verdade e a vida” (João 14,6), no qual os homens encontram a plenitude da vida religiosa e no qual Deus reconciliou todas as coisas consigo.      Fonte: Tribuna de Minas http://www.tribunademinas.com.br/ Data: 21 de janeiro de 2015 - 07:00
A arquidiocese de Manaus recebe até o dia 25 de janeiro o 11º Encontro Nacional da Pastoral da Juventude (ENPJ). No domingo, dia 18, aconteceu a missa de abertura do evento. Na ocasião estiveram presentes cerca de 4 mil pessoas na missa presidida pelo arcebispo de Manaus (AM), dom Sérgio Eduardo Castriani, e concelebrada pelo bispo auxiliar de Campo Grande (MS) e presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Juventude da CNBB, dom Eduardo Pinheiro da Silva, além de outros bispos da região e diversos padres. O encontro tem como tema “No Encontro das águas, partilhamos a vida, o pão e a utopia!” e a iluminação bíblica recorda o evangelho do último domingo “Mestre, onde moras? Vinde e vede!” (Jo 1,38b-39a). Em sua homilia, dom Eduardo Pinheiro ressaltou a missão e vocação da juventude na defesa e anúncio da vida. “O apelo de Jesus aos discípulos de seguimento é o mesmo que se faz à PJ hoje”, resumiu. O primeiro dia de atividades do 11º ENPJ foi marcado pelas mesas temáticas. Revezaram-se nas sessões assessores, representantes da juventude e os bispos presentes. Durante a apresentação da Coordenação e da Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude (PJ), o bispo de Caxias do Maranhão (MA) e membro da Comissão Episcopal para a Juventude da CNBB, dom Vilson Basso, pronunciou palavras de motivação aos agentes da PJ. "A PJ é a maior escola de formação de lideranças da Igreja do Brasil", disse. Pastoral da JuventudeO bispo auxiliar de Manaus, dom Mário Antônio da Silva, recordou a Exortação Apostólica do papa Francisco, Evangelli Gaudium. “O Papa Francisco nos pede uma Igreja em saída e vocês são a Pastoral da Juventude em saída, em movimento”, sugeriu. Após momentos de partilha e análise da realidade, dom Sérgio Castriani participou de uma sessão do encontro e conversou com os jovens presentes. Entre vários temas, o arcebispo falou sobre a atuação da PJ na sociedade. "É urgente uma pastoral da juventude que vá às ruas. É ação, encontro, é defesa da vida!", exortou. O lema deste encontro é “NO ENCONTRO DAS ÁGUAS, PARTILHAMOS VIDA, PÃO E UTOPIA”, com iluminação bíblica: “Mestre onde Moras? Vinde e Vede” (Cf. Jo 1, 38c.39a). A Pastoral da Juventude realiza o Encontro Nacional a cada três anos, com representação de jovens de todas as dioceses em que houver trabalho articulado da PJ. Esse é um espaço para troca de experiências, reflexão da caminhada e apontamentos de pistas para a ação. Sua preparação e animação são de responsabilidade da Coordenação Nacional e da Comissão Nacional de Assessores da Pastoral da Juventude. Esse é um momento em que a Pastoral da Juventude se reúne para refletir, partilhar e celebrar a vida e a caminhada dos grupos de jovens, além de ser um preparo para a missão, intervenção social e a construção da Civilização do Amor à luz do seguimento a Jesus de Nazaré. Estão presentes cerca de 600 jovens de todo o Brasil nesse encontro. Jovens da nossa Diocese de Assis, como o Diácono Anatoli Gradiski e Cristiano Andrade, também estão vivenciando esse momento rico. “Estamos em Manaus e muito animados com tudo que esta sendo realizado aqui com a juventude de todo Brasil e Amazonia. Realmente, é um lugar divino e de ternura” (Diac. Anatóli).   Diácono Anatoli Gradiski e Cristiano Andrade  
Buscando sempre o último lugar, Charles de Foucauld (1856-1916), padre francês que escolheu viver seu ministério entre os mais afastados, morreu solitário no deserto argelino em meio ao povo tuaregue. "Se o grão de trigo, caído na terra, não morrer, fica só; se morrer, produz muito fruto"(Jo 12,24). A partir da realização desta passagem bíblica em sua vida surgiram muitos frutos, um dos quais as fraternidades sacerdotais. Assim, todos os anos os membros das fraternidades sacerdotais espalhadas pelo Brasil e o mundo encontram-se para participarem do retiro anual. Desse modo, de 06 à 13 de Janeiro deste ano 74 participantes entre padres, bispos, diáconos, seminaristas, leigos e leigas estiveram presentes no retiro que realizou-se na Comunidade Bethânia, na cidade de São João Batista-SC. A realização do retiro na Comunidade Bethânia, uma das casas de acolhida de dependentes químicos fundadas pelo Pe. Léo, proporcionou a rica experiência da interação com os membros acolhidos que travam violenta luta para superarem o calvário da dependência química. D. Eugênio Rixen, Bispo de Goiás, o pregador do retiro, preparou as colocações a partir dos escritos de S. Bernardo e Santa Teresa D`Ávila, fontes nas quais bebeu Charles de Foucauld. Pontuado pelos traços marcantes da vida espiritual do "irmão Carlos" -despojamento, silêncio, deserto, trabalho manual, adoração eucarística-, paulatinamente o retiro foi encaminhando-se para seu momento central: o dia de deserto. Assim, na sexta-feira, logo ao raiar do dia, em meio à natureza exuberante da mata atlântica que por si só proporcionava o encontro com Deus, cada um saiu silenciosamente para o seu encontro pessoal com o Senhor, voltando somente ao cair da tarde para a Celebração Eucarística e a partilha do deserto.          O legado deixado por Charles de Foucauld, o irmão universal, muito em sintonia com as inspirações do Papa Francisco, tem cada vez mais se configurado como uma resposta segura para os anseios da busca de uma espiritualidade consistente que responda ao pragmatismo, relativismo, consumismo, individualismo, sentimentalismo, enfim, ao vazio interior, aspectos marcantes dos tempos de hoje que inclusive permeiam nossas vidas e, por conseguinte, nossas paróquias, comunidades, seminários e presbitérios, numa palavra, nossa Igreja.      Pe. Orlando de Almeida Alves      
  Revmos. Senhores Presbíteros, Diácono, Religioso (a)s , Seminaristas, povo de Deus! Paz e Bem! Conforme combinado em reunião com o clero, segue em anexo o roteiro da Vigília Eucarística pelas Vocações Religiosas, devido ao Ano da Vida Consagrada. A mesma deverá ser celebrada no dia 11 de fevereiro em todas as Paróquias e Comunidades da Diocese de Assis.   Equipe Diocesana de Liturgia     CLIQUE AQUI PARA IMPRIMIR       1º. Momento: Encontrando com meu Senhor   Animador: A eucaristia “é o ápice e a fonte de todo o culto e da vida crista” “O mistério da Santíssima Eucaristia, instituído pelo sumo sacerdote Jesus Cristo e renovado permanentemente por sua vontade e pelos seus ministros, é como o sumo e o centro da sagrada liturgia” (Pio XII). Vamos celebrar a hora Santa, por todos os consagrados (as) do mundo inteiro e de modo particular aqueles (as) que servem o Reino de Deus, aqui presente em nossa diocese de Assis. Rogando pelos missionários (as) pelos vocacionados (as) e por aqueles que já professaram os sagrados votos. Dirigente: Em nome do Pai, Filho... Todos: Amém Obs: Exposição do S.S. Sacramento. Me chamastes para caminhar a vida contigo ,decidi para sempre seguir-te, não voltar atrás. Me puseste  uma brasa no peito e uma flecha na alma, é difícil agora viver sem lembrar-me de ti. Te amarei Senhor , te amarei Senhor! Eu só encontro a paz e a alegria bem perto de ti! Te amarei Senhor, te amarei Senhor! Eu só encontro a paz e a alegria bem perto de ti. (Silencio)   2º. Momento: Suplicando ao meu Senhor   Animador: É tal condição do religioso (a) que ele (a) não pode se bom ou mal só para si. Ao invés, o seu procedimento e maneira de viver, são para o povo de importância capital. Que grande e precioso dom é o religioso (a) verdadeiramente bom! Dirigente: Cristo Jesus, viemos a ajoelhar-nos junto de Ti neste admirável Sacramento. Contigo queremos suplicar pelos religiosos (as) que se dedicam incansavelmente no serviço da evangelização aqui em nossa diocese, para que não desanimem, diante das dificuldades. Todos: Senhor, a messe é grande e os operários são poucos, enviai, pois, operários para a messe. Dirigente: Senhor, bem unidos, queremos, neste momento, falar de perto ao vosso coração. Queremos ter vossa vida em nós e caminhar no vosso caminho. Todos: Queremos ver vossa presença, sempre continuada em nosso meio e na Igreja. Queremos estar sempre perto do vosso coração e na vossa amizade. Dirigente: Por isso queremos insistir agora para que, pela vossa graça, muitos jovens, homens e mulheres sejam chamados a viver na doação a serviço dos irmãos (as). Todos: Senhor, todo ser humano e, muito mais, todo batizado, é marcado pelo vosso amor em favor dos irmãos (as) e de vosso reino. Fazei que nossos jovens sigam generosamente teu chamado e abracem a vida consagrada. Dirigente: Nós queremos te pedir, Senhor, de modo muito particular, pelos familiares, pois eles são sementeiros de onde surgem as vocações de especial consagração. Todos: Senhor, fortificai e santificai as famílias no testemunho do evangelho , fazei que, cada vez mais seus membros entendam a grandeza da vida consagrada. Dirigente: Rezemos, mais uma vez ao senhor da Messe. Todos: Senhor da Messe e Pastor do Rebanho, fazei renascer em nossos ouvidos, teu forte e suave convite: ”Vem e Segue-me”. Derrame sobre nós o teu Espírito, que ele nos dê sabedoria para ver o caminho, generosidade para seguir tua voz. Dirigente: Jesus Eucarístico, nós te pedimos, repetindo tuas próprias palavras: “Pai Santifica-os” Todos: Com Jesus, também pedimos “Pai Santifica os nossos Consagrados (as)”.   3º. Momento: Ouvindo ao meu Senhor.   O Senhor me chamou a trabalhar A messe é grande a ceifar A ceifar o Senhor me chamou Senhor aqui estou   Vai trabalhar pelo mundo afora Eu estarei até o fim contigo Esta na hora,o Senhor me chamou Senhor aqui estou.   Leitura do Evangelho: João 17,1-23   (Silencio)   Breve Partilha   Oração pelas vocações: Todos: Cristo Jesus, Senhor da messe e da Igreja, muito obrigado pelos religiosos e religiosas que trabalham em nossa diocese, foi o Senhor que deu à igreja esses homens e mulheres como dom precioso no serviço ao Reino. Chame Senhor novos seguidores, como chamastes Pedro, Thiago, Madalena, as santas mulheres, chama-os do vosso povo, chama-os de nossa comunidade, chama-os de nossas famílias, de nossos parentes e vizinhos. E se for de te agrado, lembre-te também de nossa casa. Vem a nós, bate a nossa porta. Dá-nos a honra de tua visita, chama alguém de nossa família, chama algum filho (a) para a vida consagrada ou missionária. Chama-os, iremos ajudá-los, iremos apoiá-los. De-nos Senhor esta graça e alegria. AMÉM.   Benção do S.S. Sacramento   Cântico - Tão Sublime Como de costume     Obs: Após a benção rezar uma Ave-Maria, pedindo a proteção de Nossa Senhora a todos os consagrados (as).  
 
Em tempo natalino, com o mês de janeiro iniciamos o ano civil de 2015, tendo sempre presente aquela expectativa que muitas coisas possam melhorar no decorrer do presente ano. Certamente que uma das grandes buscas, necessária para toda a humanidade, é o tesouro da Paz. Quanto a este grande empenho em favor de uma nova ordem que promova efetivamente a justiça e a paz no mundo é uma responsabilidade intransferível de cada ser humano habitante deste planeta. Sobre tal questão, antes de atribuirmos empenho exclusivo a qualquer instância estrutural, sou  obrigado a me situar na conjuntura da ausência suficiente da Paz e me questionar: qual tem sido o meu compromisso concreto em favor dessa riqueza chamada paz? Lembrando que Paz não é só tema celebrativo de um dia no início do ano, mas é um investimento permanente em favor do humanismo e para tanto pressupõe muito sacrifício, perseverança e teimosia. A Paz é oferecida gratuitamente pelo Criador, mas na terra, para ser efetivada, é imprescindível a vontade de conquistá-la através de autênticas relações fraternas. Com clareza de tal importância  a Igreja lança 2015 como o ano dedicado à Paz e simultaneamente o ano dedicado à vida consagrada, que sem sombra de dúvida, não se pode pensar em vida consagrada a Deus independente de uma entrega radical a serviço da Paz mundial. Somos agraciados logo no primeiro dia de janeiro ao recebermos o impulso da mensagem do Santo Padre Francisco, por ocasião da celebração do XLVIII Dia Mundial da Paz. O Papa aborda o seguinte tema:  Já não escravos, mas irmãos. O pensamento do Papa nos remete a retomarmos a nossa Campanha da Fraternidade de 2014, cujo tema referiu-se ao tráfico humano e dai as diversas formas decorrentes de escravidão. Francisco desenvolve a sua reflexão literalmente exposta num texto de oito páginas incluindo fonte bibliográfica. A sua mensagem é composta de cinco pontos de relevante significado para uma nova tomada de consciência em nível universal. (A quem interessar, a publicação na íntegra dessa mensagem do Papa Francisco encontra-se no portal do Vaticano: www. vatican.va). Tomo a liberdade de elencar os pontos juntamente com o respectivo resumo central da mensagem do Sumo Pontífice: 1.     À escuta do projeto de Deus para a humanidade: a Revelação Divina na História da Salvação mostra um Criador que nos coloca no mundo como filhos e como irmãos. Portanto, o Deus Pai nos chama a sermos filhos obedientes e para que sejamos obedientes ao Pai é necessário sermos fraternos. Deus nos chama ao amor, à tolerância e ao acolhimento. Deus não nos quer filhos da escravidão, mas filhos da comunhão. A vida em comunidade fraterna deve ser uma vivência de misericórdia e respeito às diferenças humanas. O Deus da Revelação é um Deus da inclusão. 2.   As múltiplas faces da escravatura ontem e hoje: desde os primórdios da história humana a escravidão já era adotada como sujeição do homem pelo homem. Houve períodos em que a escravidão fora instituída, admitida e regulamentada pelo direito. Hoje a consciência é outra e a evolução dos direitos internacionais repudiam e condenam a escravidão tal como era conhecida. Contudo, há outras formas de escravidão sofridas por tantos trabalhadores explorados de seus direitos; por tantos migrantes em situações desumanas; por tantos que são obrigados a se prostituírem; por tantos menores e adultos que são traficados por diversos motivos. 3.   Algumas causas profundas da escravatura: na raiz da escravatura está a concepção da pessoa humana como objeto, assim a pessoa, é desprovida de dignidade, passa a ser tratada como meio e não como fim. Outras causas, além da rejeição da humanidade no outro,  concorrem para explicar as formas atuais de escravatura. Entre elas, penso na pobreza, no subdesenvolvimento e na exclusão. Lembremos na falta de acesso à educação, oportunidades de emprego, corrupção, conflitos armados, as violências, a criminalidade e o terrorismo. Causas que causam muita dor, sofrimento  e injustiça a uma multidão da humanidade. 4.   Um compromisso comum para vencer a escravatura: a realidade trágica das diversas causas e formas de escravatura é acompanhada com a indiferença geral. Infelizmente, sem poder negar esta verdade, felizmente, o esforço de muitas entidades religiosas, sobretudo femininas, silenciosamente têm feito um trabalho de resgate às tantas vítimas da escravatura. Este trabalho imenso, que requer coragem, paciência e perseverança, merece o aplauso da Igreja inteira e da sociedade. Porém, é um compromisso comum, também por parte dos Estados, das organizações intergovernamentais, das empresas e das organizações da sociedade civil. 5.    Globalizar a fraternidade, não a escravidão nem a indiferença: perguntemo-nos, enquanto comunidade e indivíduo, como nos sentimos interpelados quando, na vida quotidiana, nos encontramos ou lidamos com pessoas que poderiam ser vítimas do tráficos de seres humanos ou, quando temos de comprar, se escolhemos produtos que poderiam razoavelmente resultar da exploração de outras pessoas. Sabemos que Deus perguntará a cada um de nós: Que fizeste do teu irmão? (cf. Gen 4, 9-10). A globalização da indiferença, que hoje pesa sobre a vida de tantas irmãs e de tantos irmãos, requer de todos nós que nos façamos artífices duma globalização da solidariedade e da fraternidade que possa devolver-lhes a esperança e levá-los a retomar, com coragem, o caminho através dos problemas do nosso tempo e as novas perspectivas que este traz consigo e que Deus coloca nas nossas mãos. Queridos irmãos e irmãs, o Senhor Bom Deus não os quer escravos, mas amigos (cf. Jo 15,15). Que este novo ano de 2015, como dádiva do  Eterno Criador, ano da Paz e do compromisso de vida consagrada, não deixemo-nos jamais escravizar e esforcemo-nos em libertar os tantos irmãos e irmãs que se escravizaram por se tornarem vítimas das tantas dependências impostas pela força do mal. Um abençoado ano novo para todos os homens e mulheres de nossa Diocese de Assis-SP, amados missionários do Evangelho da justiça e da paz.   Em Cristo Jesus, Paz e Esperança!     DOM SIMÃO   Materiais do Ano da Paz    
   RITO DA MISSA DE POSSE DOS PÁROCOS RITO DA MISSA DE CRISMA - VISUALIZAR E IMPRIMIR MISSA DE SÃO FRANCISCO DE ASSIS E BENÇÃO DOS ANIMAIS CLIQUE PARA VISUALIZAR O DOCUMENTO E IMPRIMIR  - DOC.100 CNBB CLIQUE AQUI PARA VISUALIZAR E IMPRIMIR O 5º PLANO DE AÇÃO EVANGELIZADORA - DIOCESE DE ASSIS  

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